PT e PSOL conquistam suplências em candidaturas de Marina e Tebet ao Senado em SP
O PT e o PSOL saíram vencedores na disputa pelas primeiras suplências nas candidaturas de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) ao Senado por São Paulo. Com ambas liderando as intenções de voto para o Senado no estado e a possibilidade de Lula (PT) ser reeleito presidente, a concorrência se acirrou pelas vagas de suplentes entre os partidos que compõem a base de apoio.
Na candidatura de Tebet, o PSB confirmou que a primeira suplência ficou com Laio Morais, ex-chefe de gabinete de Fernando Haddad (PT) no Ministério da Fazenda. Já a segunda suplência foi para Marcelo Barbieri (PDT), ex-prefeito de Araraquara. Por sua vez, o PSOL, federado com a Rede de Marina, indicou Djalma Nery, vereador em São Carlos, para a primeira suplência, enquanto o PDT ficou com a segunda suplência, ocupada por Antonio Neto, vice-presidente estadual da legenda.
A disputa pelas suplências foi marcada por críticas do PDT, que defendeu a importância de ter espaço na chapa majoritária. Antonio Neto chegou a sugerir a possibilidade de candidaturas próprias ao Senado em São Paulo caso o partido ficasse de fora das primeiras suplências. No entanto, o PDT acabou aceitando as segundas suplências, justificando a decisão em nome da unidade.
A composição das chapas ao Senado de Marina e Tebet agora está definida, com o PT e o PSOL garantindo as primeiras suplências. O PV e o PCdoB, que também integravam a base de apoio, ficaram de fora das primeiras suplências. A definição das suplências é importante, pois, caso Marina e Tebet vençam as eleições e sejam empossadas, as vagas de senadoras podem ser ocupadas por seus suplentes.
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Com informacoes de G1 Política.

