Juca Kfouri declara Zuenir Ventura como “jornalista que jamais terminará” e reúne homenagens

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 22/09/2026 15:40
Juca Kfouri declara Zuenir Ventura como “jornalista que jamais terminará” e reúne homenagens

Foto: via O GLOBO

Juca Kfouri, renomado jornalista, descreveu Zuenir Ventura como “o jornalista que jamais terminará”, ressaltando a perenidade de sua influência na imprensa brasileira.

Sérgio Abranches, cientista político, lembrou que “Mestre Zu era mestre não apenas do jornalismo, mas de visão de mundo, de gentileza em tempos tão duros, da palavra certa na hora certa. Era mestre de otimismo, de alegria. A merecida fama em vida jamais mudou sua personalidade e o modo de se relacionar com sua legião de amigos. A humildade e a integridade foram a sua marca d’água. Foi conselheiro e exemplo. Mereceu ser chamado de Mestre Zu. Mestre porque conselheiro, mestre do jornalismo, mestre de destacar o alegre da vida”.

Alfredo Ribeiro, jornalista, afirmou que “Zu foi um cara muito especial na vida de quem teve a sorte de ser amigo dele. Daí a tristeza imensa, apesar do desfecho esperado já há algum tempo”.

Margareth Dalcolmo, médica e acadêmica, escreveu: “Meu querido amigo desde a juventude, vai‑se o Zuenir, que já deixava saudade desde esses últimos tempos, quando perdemos a alegria de falar com ele com frequência. Mary e filhos, sempre solícitos e amorosos, recebam meu abraço mais amigo!”.

Eugênio Bucci, jornalista e professor, declarou: “Zuenir é um farol nos caminhos do jornalismo brasileiro, um monumento na nossa cultura de imprensa, uma referência ética. A partida dele abre um vazio imenso. Muito triste”.

José Eduardo Agualusa, escritor, manifestou: “Tristíssimo com a notícia da partida do Zuenir. Guardo dele as melhores recordações. Uma pessoa sábia e tão gentil. Abraço forte a toda a família”.

Cármen Lúcia, ministra do STF, enviou: “Mary querida, Mauro e Elisa, um abraço super afetuoso do tamanhão do mais que amado Zuenir”.

Chico Pinheiro, jornalista, escreveu: “Suspenso no ar, suspenso no tempo, Zuenir Ventura é pura memória e luz para nós seguirmos na busca da Verdade capaz de nos livrar do autoritarismo. Meus sentimentos”.

Lilia Schwarcz, historiadora e antropóloga, disse: “Meus sentimentos mais profundos e um grande beijo para vocês, Mary. Eu era muito, muito fã do Zuenir. Essa pessoa tão justa, curiosa, humana, dona de um sorriso imenso. Ai, que tristeza. Mundo muito chato sem ele”.

Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, recordou: “Zuenir trabalhou com o meu pai na revista ‘Visão’. Ele me contou de um encontro onde iria dar uma notícia ao meu pai, mas meu pai acabou falando primeiro para fazer um convite: dirigir o jornalismo da TV Cultura. E qual era a novidade que o Zuenir queria contar? Exatamente a mesma coisa: também havia sido convidado para o mesmo cargo. No fim, ele mudou de assunto e nunca contou. O resto da história todos conhecem”.

Ricardo Setti, jornalista, afirmou: “Pra mim era imortal, não só na ABL. Um gigante, uma das pessoas mais adoráveis que conheci na vida. Tive o descomunal privilégio de tê-lo como amigo há 54 anos. Zu tem um milhão de amigos que o admiravam e continuarão admirando pelo jornalista, escritor, defensor das melhores causas e ser humano absolutamente fora de série. Duro demais saber que ele não está mais com a gente”.

O conjunto de depoimentos foi apresentado em um quiz produzido pelo projeto Irineu, iniciativa do O Globo para oferecer aplicações de inteligência artificial aos leitores, com toda a produção supervisionada por jornalistas.

Com informacoes de O GLOBO.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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