Disputa pelo Governo do Espírito Santo em 2026: Conheça os Candidatos
A disputa pelo governo do Espírito Santo em 2026 está ganhando contornos, com cinco candidatos já confirmados para as eleições. Breno Barcelos, Helder Salomão, Lorenzo Pazolini, Rafael Demuner e o atual governador Ferraço são os nomes que vão concorrer ao cargo. Cada um deles traz consigo uma proposta única para o desenvolvimento do estado, abordando temas como segurança pública, economia e serviços públicos.
Breno Barcelos, com 41 anos, é um estreante em pleitos e defende a aplicação de modelos corporativos de eficiência na administração pública. Inspirado por figuras como Lee Kuan Yew e Michael Bloomberg, Barcelos também destaca a segurança pública como um ponto-chave de sua campanha, com planos para retomar territórios controlados por facções criminosas e dar amparo jurídico e financeiro aos policiais.
Helder Salomão, de 62 anos, é um professor de formação e tem uma longa carreira política. Ele foi vereador, deputado estadual, prefeito de Cariacica e, desde 2015, exerce o terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo PT. Salomão agora disputa o governo do Espírito Santo pela primeira vez.
Lorenzo Pazolini, ex-prefeito de Vitória, tem experiência em segurança pública, tendo atuado na Polícia Civil do estado antes de entrar na vida política. Ele foi eleito deputado estadual em 2018 e disputou a prefeitura de Vitória em 2020 e 2024. Agora, Pazolini se lança na disputa pelo governo do estado.
Rafael Demuner é servidor público técnico-administrativo da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e atuante na luta sindical. Ele vai disputar o cargo de governador pela primeira vez, defendendo uma alternativa de poder popular para que a economia e a política do estado sirvam aos trabalhadores, não à burguesia.
Ferraço, atual governador do Espírito Santo, assume o cargo após a saída de Renato Casagrande, que disputa o Senado. Ferraço tem como foco a continuidade da gestão fiscal e a segurança pública, além de defender os valores cristãos e da família. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar as chapas, e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.
Com informacoes de G1 Política.

