Angélica declara voto no segundo turno e diz que pensa nas mulheres, nas crianças e na comunidade LGBTQIAPN+ ao escolher Lula
Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, a apresentadora Angélica Huck usou suas redes sociais para revelar seu posicionamento político. Ela afirmou que demorou a se manifestar por medo dos ataques e do ódio que poderia receber, além dos julgamentos e cobranças que poderiam surgir após sua declaração.
Angélica disse que a mobilização da juventude, tanto nas ruas quanto nas redes sociais, a tocou de forma especial. "Me emociona muito ver tantos jovens ocupando as ruas e as redes sociais, levantando suas vozes, defendendo suas causas e participando ativamente das discussões sobre o nosso país", declarou. Como mãe de dois filhos que fazem parte dessa geração, ela afirmou encontrar nesse movimento a coragem necessária para não se calar diante do que acredita.
A apresentadora afirmou defender a alternância de poder e declarou não se identificar como aliada do PT, partido de Lula. Também disse não se enxergar nem como de direita nem como de esquerda, mas afirmou desejar "viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem umas das outras".
Angélica também expressou a expectativa de que os governantes tenham um olhar de carinho para a população, sem preconceito ou descaso diante da dor e das lutas dos indivíduos. Ao refletir sobre as conquistas históricas da sociedade e sobre o que ainda falta alcançar, ela revelou em quem votaria. "Penso nas mulheres, nas crianças, nas pessoas LGBTQIAPN+ e, como mãe, penso no país em que meus filhos vão viver, no jeito que as pessoas vão tratar umas às outras no futuro. E é por tudo isso que eu decidi votar no Lula", afirmou.
Ao final, a apresentadora reconheceu que muitas pessoas discordam de seu posicionamento, mas disse ter querido esclarecer os motivos que a levaram a escolher o candidato.
Com informacoes de VEJA.

