Rita Guedes retira óculos escuros após oito meses de tratamento pós‑blefaroplastia e agradece apoio de Luciano Huck
Na edição de domingo (11) do Domingão do Huck, Rita Guedes apareceu sem os óculos escuros que utilizava desde sua estreia no Dança dos Famosos, em agosto. Antes de subir ao palco para a apresentação ao som de forró estilizado, a atriz tirou o acessório e comemorou a mudança com o público.
"Tirei uma preocupação", declarou Rita, acrescentando que sentia como se algo a bloqueasse nas apresentações em que usava a peça. "É libertador", completou, ao mesmo tempo em que incentivou os telespectadores a baixarem o aplicativo globopop, da Globo, para assistir a vídeos verticais.
O uso dos óculos escuros foi necessário por oito meses, como parte do tratamento exigido após complicações no olho direito decorrentes de uma blefaroplastia. A atriz relatou que a cirurgia provocou inflamações graves, levando-a a ficar internada por dez dias, com risco de desenvolver estrabismo, perda de visão e até de não conseguir abrir o olho novamente. "Graças a Deus consegui, com fisioterapia, não ter mais nenhum dano permanente", afirmou.
Rita também agradeceu ao apresentador Luciano Huck pelo acolhimento durante o processo de recuperação. Ela recordou a primeira visita ao programa usando os óculos e mostrando o olho afetado, quando Huck lhe disse: "Fique com o óculos, o tempo que precisar", palavras que, segundo a atriz, acalmaram seu coração.
A blefaroplastia, procedimento que remove o excesso de pele flácida e bolsas de gordura das pálpebras superior e inferior, costuma durar cerca de uma hora. Pode ser realizada sob anestesia geral, embora o uso de anestésico local seja o mais comum, especialmente em casos de menor complexidade. A cirurgiã plástica Larissa Pacheco explicou ao Gshow, em abril de 2023, que a cirurgia pode ser feita em consultório quando a alteração é precoce, a bolsa de gordura é pequena e o paciente apresenta perfil tranquilo.
Não há idade mínima para a blefaroplastia; pessoas podem necessitar do procedimento a partir dos 25‑30 anos, dependendo de fatores genéticos que influenciam o formato e a flacidez das pálpebras. A intervenção, além de melhorar a estética, contribui para a ampliação do campo visual, sobretudo a visão lateral, que costuma ser prejudicada pela pele excessiva.
Segundo a própria médica, a cirurgia pode ser repetida ao longo da vida, já que a flacidez pode reaparecer com o tempo. O benefício adicional apontado é o rejuvenescimento natural da face, ao evitar que a pele caída diminua progressivamente o campo de visão.
Com informacoes de Gshow.

