Renan Santos: o outsider candidato à Presidência
Na segunda-feira (20), Renan Santos foi oficializado como candidato à Presidência da República pelo Missão, partido que nasceu a partir do MBL (Movimento Brasil Livre) e que recebeu a chancela do TSE apenas em novembro de 2025. Não é a primeira vez que Renan Santos aparece nas notícias, pois, como já mostramos, ele foi um dos fundadores do MBL em 2014 e liderou o movimento em seus momentos mais emblemáticos.
Ele liderou o movimento nas convocações para defender o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, no apoio a Jair Bolsonaro na eleição de 2018 e no posterior rompimento com o ex-presidente enquanto ele ainda ocupava o Palácio do Planalto. Em sua pré-campanha, Renan aumentou sua exposição nas redes sociais e buscou se apresentar como o candidato que é ao mesmo tempo anti-Lula e anti-Flávio Bolsonaro – com ideias e propostas inspiradas em Javier Milei, presidente da Argentina, e em Nayib Bukele, presidente de El Salvador.
Thomas Traumann, comentarista da Globonews e colunista do Jornal O Globo, descreveu a trajetória do candidato e as ideias que compõem o programa do Missão em um episódio do podcast O Assunto. O podcast O Assunto é produzido por Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama, e apresentado por Natuza Nery.
O partido Missão é descrito como um partido que nasce ‘completamente digital’. Recentemente, o partido antecipou sua convenção e oficializou Renan Santos como candidato à Presidência. O plano de governo de Renan Santos propõe 'desfavelização', guerra ao crime organizado, fusão de municípios e fim do Bolsa Família.
Com informacoes de G1 Política.

