Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula

Por Rui Barbosa Oliveira em Rio Verde, GO 16/07/2026 12:02
Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula

Foto: Lynne Sladky/AP

Pesquisa Quaest divulgada recentemente aponta que 51% dos brasileiros atribuem a Flávio Bolsonaro a responsabilidade pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. Esse resultado é parte de uma pesquisa que ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, apresentando margem de erro de 2 pontos percentuais.

Questionados sobre quem teria motivado o tarifaço, 51% concordam com a versão de Lula, que afirma que Flávio Bolsonaro pediu a Trump a sanção contra o Brasil, enquanto 30% concordam com a de Flávio, que alega que pediu a Trump para não taxar o país. Em junho, 47% concordavam com Lula enquanto 35% concordavam com Flávio Bolsonaro.

Além disso, a pesquisa também mostra que a maioria dos brasileiros, 63%, acredita que as novas tarifas impostas por Trump aos produtos brasileiros vão prejudicar sua vida ou de sua família. Isso é um aumento em relação ao levantamento de junho, quando 55% dos brasileiros tinham essa percepção.

A pesquisa Quaest também analisou a percepção dos brasileiros sobre o impacto do tarifaço na sua vida e sobre a capacidade de Flávio Bolsonaro em convencer Trump a rever as tarifas. Mesmo com a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos para tratar do tema diretamente com Trump, 57% dos brasileiros disseram não saber da viagem, e entre os que sabem, o ceticismo é maior do que a confiança: 58% acham que ele não tem força para convencer Trump e o governo americano a rever as tarifas contra o Brasil.

Com informacoes de G1 Política.

Rui Barbosa Oliveira

Sobre o Autor: Rui Barbosa Oliveira

Rui é a cobertura política do MOTNAF.NEWS com o pé firme na imparcialidade. Congresso, STF, Palácio do Planalto, decisões de governo, votações e o que muda de fato na vida do brasileiro. Ele explica os dois lados, traz o contexto e se apoia em fatos, sem opinião e sem tomar partido. E antes de publicar, confere a notícia nos maiores sites de política para não errar. Política séria, sem grito e sem torcida.