Pesquisa Quaest indica 50% de desaprovação e 43% de aprovação ao governo Lula
A pesquisa de opinião pública encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, conduzida pela Quaest, entrevistou 2.004 eleitores no período de 3 a 6 de setembro. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-01720/2026, apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
De acordo com os resultados divulgados em 7 de setembro, 50% dos entrevistados desaprovam o governo Lula (PT), número que subiu dois pontos em relação à pesquisa de 2 de setembro, quando a desaprovação era de 48%. A aprovação recuou para 43%, dois pontos abaixo dos 45% registrados anteriormente. Ambas as variações permanecem dentro da margem de erro. A diferença entre os índices de aprovação e desaprovação ampliou‑se de três para sete pontos, fazendo com que o empate técnico deixasse de existir.
Sete por cento dos respondentes não souberam ou optaram por não responder à pergunta sobre aprovação ou desaprovação, percentual idêntico ao da pesquisa anterior.
A Quaest também avaliou a percepção sobre a qualidade da gestão, agrupando as respostas “ruim” e “péssimo” como avaliação negativa, que passou de 37% para 38%. As respostas “ótimo” e “bom” foram somadas como avaliação positiva, caindo de 35% para 34%.
Em relação à economia nos últimos 12 meses, 49% dos eleitores afirmaram que a situação econômica do país piorou, percentual que se manteve igual ao da pesquisa de 2 de setembro. Outros 29% disseram que a economia permaneceu igual, e 19% consideraram que melhorou.
Sobre a renda familiar, 54% dos entrevistados declararam que a renda não aumentou ou aumentou menos que o custo de vida no último ano. Esse percentual reúne 33% que não tiveram aumento e 21% que tiveram aumento insuficiente. Apenas 10% relataram que a renda aumentou mais que o custo de vida.
Quanto ao endividamento, a proporção de eleitores que afirmam ter muitas dívidas subiu de 22% (dados de 5 de agosto) para 28% nesta rodada, representando um aumento de seis pontos percentuais. A parcela que possui poucas dívidas recuou de 47% para 44%, e a que não tem dívidas diminuiu de 31% para 27%. Um por cento dos entrevistados não souberam ou não responderam a essa questão, frente a zero na pesquisa anterior.
Como já mencionado em cobertura anterior do portal sobre a “Pesquisa Quaest 2026” e outros eventos de 7 de setembro, esses números reforçam a atenção que a pesquisa tem recebido nas discussões políticas recentes.
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Com informacoes de G1 Política.

