Partes do telescópio espacial Neil Gehrels Swift Observatory podem cair no Brasil ao reentrar na atmosfera terrestre

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 30/10/2026 07:00
Partes do telescópio espacial Neil Gehrels Swift Observatory podem cair no Brasil ao reentrar na atmosfera terrestre

Foto: via CNN Brasil

O telescópio espacial Neil Gehrels Swift Observatory, que encerrou sua missão de 22 anos, está programado para reentrar na órbita terrestre, porém ainda não há uma data exata definida para o evento.

A NASA informa que a trajetória de reentrada pode atravessar a região que inclui o território brasileiro, tornando possível que fragmentos deixem rastros em solo nacional, embora não exista confirmação definitiva de que os destroços cairão no país.

“É importante separar possibilidade de previsão. O Brasil não pode ser descartado simplesmente por estar parcialmente dentro da faixa orbital do Swift, mas hoje não existe qualquer dado que permita afirmar que os destroços cairão no país”, explicou o Prof. Dr. Marcos Calil, responsável pelo Setor de Observatório da Urânia Planetário.

A agência espacial americana ressalta que pequenas variações na densidade da atmosfera, na atividade solar e até mesmo no comportamento da própria espaçonave podem alterar o momento e o local da entrada, impedindo a definição de uma data ou trajeto precisos.

A última observação científica do Swift ocorreu em 20 de outubro, quando o satélite já se encontrava a aproximadamente 275 quilômetros de altitude, e o aumento do arrasto atmosférico dificultava a manutenção de sua orientação.

Planejado inicialmente para uma missão de apenas dois anos, o Neil Gehrels Swift Observatory foi lançado em novembro de 2004. Ao longo de seus 22 anos de operação, o telescópio detectou mais de 2 mil explosões de raios gama, além de registrar supernovas, buracos negros, asteroides e cometas.

Em paralelo, outras notícias de destaque circulam: Trump e Obama intensificam campanha na reta final das eleições nos EUA; Bunge fecha fábrica de amônia para fertilizantes na Argentina; Justiça determina penhora de mansão de Renato Aragão no valor de R$ 18 milhões; Trump afirma que Lula pediu que ele não tomasse partido na eleição brasileira; Flávio recua em carta com teor golpista e se autodenomina "líder do Brasil". CNN Brasil reforça a mensagem "Pense bem, pense CNN"; CNN AO VIVO continua a cobertura; nas redes, a saúde de Roberto Kalil é acompanhada em "Sinais Vitais".

Com informacoes de CNN Brasil.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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