Lula afirma que campanha bem feita pode ser vitória mesmo após derrota
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizou nesta sábado (24) os últimos atos de campanha no Rio de Janeiro e em São Paulo, manifestando grande otimismo e agradecendo ao povo carioca.
Em pronunciamento ao lado de aliados como o prefeito Eduardo Paes (PSD), derrotado nas eleições para o governo do Rio, Lula declarou que, embora nem todos triunfem nas urnas, quem conduz uma campanha bem feita e bonita pode considerar-se vencedor.
No estado do Rio, Douglas Ruas (PL) foi confirmado como governador após a retotalização dos votos feita pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE‑RJ) no dia 10 de outubro, medida que seguiu a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de indeferir o registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e anular 274.411 votos.
Lula ressaltou que a população deseja mudança positiva e não retrocesso, lembrando que foram necessários três anos para reconstruir o país após a gestão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na manhã de sábado, o presidente fez uma caminhada pela capital fluminense e, por volta das 16h, deslocou‑se a São Paulo, concluindo a campanha na Avenida Paulista.
O principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro (PL), realizou um ato com apoiadores na Savassi, em Belo Horizonte, pela manhã, e, após as 14h, cumpriu sua última agenda de campanha na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Na noite de sexta‑feira (23), Lula e Flávio participaram do último debate entre presidenciáveis antes do segundo turno, marcado para domingo (25), apresentando propostas, debatendo corrupção, comparando as gestões petistas com a de Bolsonaro e abordando segurança pública.
Analistas apontam que, independentemente de Flávio ou Lula ser eleito, o novo mandatário não desfrutará de um período de “lua de mel”.
Pesquisas indicam que Flávio Bolsonaro detém 51,3 % dos votos válidos no segundo turno, enquanto Lula registra 48,7 %.
O TSE determinou que os políticos Nikolas e Marçal se abstenham de divulgar conteúdos eleitorais até a conclusão do segundo turno.
Foram divulgados também os nomes dos candidatos ao Senado pelo Pará e pelo Amazonas nas eleições de 2026.
O ministro da Justiça, Mendonça, atendeu à solicitação do ministro Fachin e retirou o sigilo do caso Master.
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Com informacoes de CNN Brasil.

