Flávio Bolsonaro: 'poder de compra do brasileiro acabou'

Por Rui Barbosa Oliveira em Rio Verde, GO 19/07/2026 17:19
Flávio Bolsonaro: 'poder de compra do brasileiro acabou'

Foto: via Poder360

O senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo em seu perfil no X (ex-Twitter) e no Instagram, comparando os preços de mercadorias no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com os da gestão de seu pai, Jair Bolsonaro (PL). Ao finalizar as compras, Flávio afirmou que a conta 'ficou salgada' e que o 'poder de compra do brasileiro acabou'.

Flávio visitou uma grande rede de supermercados para mostrar o valor dos produtos. 'É um absurdo como as coisas dispararam', disse. No vídeo, Flávio adiciona itens ao carrinho enquanto compara com os preços de 2019. Ao pegar um pacote de arroz de 5 kg, que hoje custa R$ 27,95, afirma que o mesmo produto custava R$ 16,95 há 7 anos.

Outros itens também foram comparados, como feijão, fraldas, shampoo e café, cujo o preço, segundo o senador, é o motivo da 'ira do brasileiro'. A picanha, produto que o presidente Lula prometeu em campanha eleitoral, em 2022, que o brasileiro teria condições de comprar, ganhou destaque no vídeo. O quilograma, hoje, custa R$ 88,90, enquanto em 2019 o preço era R$ 49,98.

Ao finalizar a compra de produtos essenciais que 'todo brasileiro pode ter em casa' e que 'certamente não vão durar muito para uma família de 3 ou 4 pessoas', a nota fiscal apresentada pelo senador registrou o valor de R$ 908. Desse total, R$ 217 são impostos. Não é a primeira vez que Flávio Bolsonaro critica o governo de Lula, recentemente ele também criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender visitas com fins político-eleitorais ao seu pai, Jair Bolsonaro.

Com informacoes de Poder360.

Rui Barbosa Oliveira

Sobre o Autor: Rui Barbosa Oliveira

Rui é a cobertura política do MOTNAF.NEWS com o pé firme na imparcialidade. Congresso, STF, Palácio do Planalto, decisões de governo, votações e o que muda de fato na vida do brasileiro. Ele explica os dois lados, traz o contexto e se apoia em fatos, sem opinião e sem tomar partido. E antes de publicar, confere a notícia nos maiores sites de política para não errar. Política séria, sem grito e sem torcida.