Desemprego no Brasil recua para 5,3% no trimestre encerrado em agosto, aponta IBGE
Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça‑feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% no trimestre que se encerrou em agosto, representando queda de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre terminado em maio, quando a taxa era de 5,6%, e recuo de 0,3 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, também com 5,6%.
O indicador de informalidade subiu levemente, atingindo 37,5% da população ocupada, o que corresponde a 38,8 milhões de trabalhadores informais. Esse percentual representa aumento em relação aos 37,3% registrados no trimestre anterior, que terminou em maio.
No mesmo intervalo, o número de trabalhadores do setor privado com carteira assinada chegou a 39,5 milhões, sem variações relevantes tanto no trimestre quanto no ano, constituindo o maior patamar da série histórica.
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores alcançou R$ 3.777, mantendo-se estável em comparação ao trimestre anterior e registrando alta de 3,7% na comparação anual. A massa total de rendimento real habitual chegou a R$ 383,6 bilhões, crescendo 1,4% no trimestre e 4,8% no ano, o que equivale a um acréscimo de R$ 17,5 bilhões.
Não é a primeira vez que o tema do emprego ganha destaque em nossa cobertura; já na agenda econômica de 28/09 a 02/10, analisamos indicadores como payroll e taxa de desemprego, reforçando a importância desse setor para a economia nacional.
Com informacoes de Money Times.

