Crise de Estêvão no Chelsea alimenta rumores de empréstimo ao PSG e interesse do Barcelona para janeiro
Na última semana, o meia‑atacante brasileiro Estêvão voltou a aparecer nos rumores da mídia europeia sobre uma possível movimentação na próxima janela de transferências. A primeira notícia foi divulgada pelo site francês Foot01, que informou que o Paris Saint‑Germain, atual bicampeão da Champions League, pretende apresentar uma proposta de empréstimo para o jogador, revelado nas categorias de base do Palmeiras.
Segundo o mesmo veículo, a iniciativa do PSG vem a pedido do técnico Luis Enrique, que busca substituir o atacante georgiano Khvicha Kvaratskhelia, afastado por ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito. A lesão deve mantê‑lo fora dos gramados até o segundo semestre de 2027.
Paralelamente, o jornal catalão Sport publicou que o Barcelona tem acompanhado de perto a situação de Estêvão no Chelsea e que, dependendo dos desdobrados, pode apresentar uma proposta ao clube inglês ainda em janeiro. O interesse catalão está alinhado ao desejo antigo do diretor esportivo Deco, que tentou contratar o atleta quando ainda estava no Palmeiras, mas na ocasião o Barcelona não dispunha de recursos financeiros para enfrentar a proposta dos ingleses.
O Chelsea chegou a pagar até 61,5 milhões de euros (cerca de R$ 370,7 milhões) por Estêvão, divididos em 45 milhões de euros iniciais (aproximadamente R$ 271, 3 milhões) e bônus que podem totalizar 16,5 milhões de euros (próximos de R$ 100 milhões), condicionados a metas de desempenho.
Em sua segunda temporada no clube londrino, Estêvão perdeu a posição de titular e, atualmente, tem sido menos utilizado que o próprio reserva de goleiros. Até o momento, soma 172 minutos em campo na temporada 2026/27, número inferior ao de 19 companheiros de elenco. O belga Mike Penders, segunda opção de goleiro, já acumulou 375 minutos.
O último jogo em que Estêvão iniciou foi no dia 9 de setembro, contra o Leeds United, válida pela segunda rodada da Copa da Liga, quando o técnico Xabi Alonso optou por uma formação alternativa repleta de reservas e jovens. Na partida subsequente, o clássico contra o Liverpool que resultou na eliminação do Chelsea da competição, o camisa 41 permaneceu entre os suplentes, intensificando os rumores sobre sua saída.
A redução de minutos está sob responsabilidade de Xabi Alonso, que assumiu o comando do Chelsea no início da temporada e recebeu mais de 400 milhões de euros (cerca de R$ 2,4 bilhões) em contratações. As vagas de camisa 10 e de meia‑atacante pela esquerda, posições que poderiam ser ocupadas por Estêvão, são atualmente preenchidas por Cole Palmer e Morgan Rogers. Enquanto Palmer tem sido um dos pilares do time, Rogers, contratado na última janela, representa o reforço mais caro da história do clube.
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Com informacoes de UOL.

