Cola eleitoral: ordem de votação na urna eletrônica e como usar a 'colinha' no primeiro turno (04/10)
No primeiro turno das eleições de 2026, marcado para o domingo, 4 de outubro, cada eleitor precisará registrar seis escolhas: presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual ou distrital, conforme o caso do Distrito Federal.
É vedado levar dispositivos móveis, como celulares, até a urna eletrônica. Entretanto, a legislação permite que o eleitor faça anotações em papel, usando uma "colinha" com os números dos candidatos, a fim de evitar esquecimentos na hora de confirmar os votos.
A sequência apresentada na tela da urna segue a ordem abaixo: primeiro, o número de cinco dígitos do candidato a deputado estadual ou distrital; em seguida, o número de três dígitos do candidato à primeira vaga de senador; depois, o número de três dígitos do candidato à segunda vaga de senador; por fim, o número de dois dígitos do candidato à presidência da República. Em cada etapa, o eleitor deve conferir os dados exibidos antes de apertar o botão "Confirma".
Para o cargo de senador, a legislação exige que os dois votos sejam destinados a candidatos diferentes. Caso o eleitor registre duas vezes o mesmo número, o segundo voto será anulado automaticamente. O Guia do Eleitor disponibiliza orientações para evitar esse tipo de erro.
O Senado Federal renovará 54 das 81 cadeiras neste pleito, o que corresponde a dois terços do total. Cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, cujos mandatos têm duração de oito anos.
O segundo turno, previsto para 25 de outubro, seguirá sequência semelhante de conferência de números antes da confirmação, permitindo ao eleitor revisar suas escolhas nas mesmas categorias.
Não é a primeira vez que o portal fornece orientações detalhadas sobre o processo de votação; em coberturas anteriores, como a explicação da ordem de votação para o primeiro turno, já apresentamos recursos como a "colinha" para auxiliar o eleitor a cumprir as normas eleitorais.
Com informacoes de G1 Política.

