Campanha de Flávio Bolsonaro propõe transição de dois anos no Bolsa Família

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 19/10/2026 16:20
Campanha de Flávio Bolsonaro propõe transição de dois anos no Bolsa Família

Foto: via UOL Economia

A coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, anunciou a intenção de instituir uma regra de transição de dois anos no programa Bolsa Família, com o objetivo de estimular os beneficiários a abrir negócios próprios ou aceitar emprego formal.

De acordo com a proposta, o beneficiário poderá buscar renda fora do programa durante um período de dois anos sem perder a proteção social; caso não consiga se manter no emprego formal ou no próprio negócio, o retorno ao Bolsa Família será automático.

Marques enfatizou que a medida busca evitar que famílias permaneçam “presas para sempre” ao programa, afirmando que o Bolsa Família deve ser visto como proteção inicial e que todos têm direito a sonhar com mais oportunidade e dignidade.

Para viabilizar o apoio ao pequeno empreendedor, a coordenadora apontou a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste como principais parceiros de crédito, descrevendo a Caixa como “o grande braço de apoio” e o Banco do Nordeste como “o banco do pequeno empreendedor”.

Além disso, ela revelou que um eventual governo Flávio lançaria um plano emergencial destinado à reestruturação de dívidas de famílias e empresas, concedendo carência de seis meses para famílias e de doze meses para micro e pequenas empresas. O plano seria, segundo Marques, uma resposta às medidas que ela qualificou como “eleitoreiras e desesperadas” adotadas pelo presidente Lula nas vésperas das eleições.

Marques também afirmou que a proposta não inclui cortes em programas sociais nem em aposentadorias. Em vez disso, o foco seria cortar “privilégios em Brasília”, como férias de 60 dias, supersalários, viagens e outros desperdícios da máquina pública, além de fechar os déficits das estatais.

O plano econômico, segundo a coordenadora, tem como pilar o ajuste das contas públicas para controlar a dívida e possibilitar a queda dos juros reais, que, segundo ela, contribuem para o endividamento de famílias e empresários. O chamado “tesouraço” seria aplicado em impostos e na burocracia, com a coordenadora descrevendo o Brasil como “um inferno para abrir um negócio”.

As informações foram obtidas a partir de conteúdo do Estadão Conteúdo.

Outros destaques presentes no material original incluem: “Lula vai disputar narrativa sobre quem é o corrupto”, “Flávio repete tática de Trump, mas gravata destoa”, “Renato Gaúcho tem força no vestiário do Grêmio”, “É hoje, Corinthians! Ou nunca mais?”, “Agência da CBF: 12 clubes da Série A têm atrasos de pagamentos”, “Lula cresce, mas ainda podemos apontar Flávio favorito, diz CEO da Nexus”, “Cotistas tiram Apex da gestão de fundo de shoppings e escolhem Vinci”, “Ministro admite que Orçamento pode ter bloqueio, mas não diz onde”, “Bancos centrais aceleram compra de ouro e reveem onde guardar reservas”, “Anvisa manda apreender lote de Dysport com validade incorreta”, “Doença de Newcastle atinge granja de perus em Santa Catarina”, “CSN avança com venda da área de cimentos, avaliada em R$ 15 bi”, “Aéreas latino‑americanas miram retorno à Venezuela, mas ainda há obstáculos”, “Selic pode cair a 6,3% em 2028 com ajuste fiscal, calcula BTG”, “Conheça a trajetória da Ri Happy, que pediu recuperação extrajudicial”, “Plataforma P‑82 deixa Singapura a caminho do campo de Búzios”.

Com informacoes de UOL Economia.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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