Bruno Gissoni relembra 'Avenida Brasil', fala de novos projetos e detalha vida no campo com Yanna Lavigne e as filhas
Bruno Gissoni recorda que participar de "Avenida Brasil" marcou o início da sua trajetória como ator, descrevendo o período como "intenso" e afirmando que aprendeu muito ao lado de um elenco que, na época, ele nem imaginava poder contracenar.
Ele ainda relembra que, antes de se dedicar à atuação, era jogador de futebol e que o sonho não concretizado nos campos foi realizado por meio da novela, tornando a experiência "especial".
Sobre a continuação da trama, Gissoni informa que "Avenida Brasil 2" tem previsão de estreia para janeiro do próximo ano, mas que ainda não recebeu convite para integrar o projeto. O ator brinca que seu personagem Iran "não morreu na primeira novela" e que pretende acompanhar a sequência.
Desde a novela "A Dona do Pedaço" (2019), que substituirá "Avenida Brasil" no programa Vale a Pena Ver de Novo a partir de 23 de novembro, Gissoni sente vontade de retornar ao formato das telenovelas. Ele destaca o ritmo acelerado de produção, a necessidade de interpretar múltiplas cenas diariamente e a imersão no personagem, contrastando com a intensidade concentrada das séries e longas que tem feito nos últimos anos.
O ator elogia a série "Impuros" (Disney+), classificando-a como uma das experiências mais incríveis da sua carreira, e ressalta que oportunidades surgiram após "A Dona do Pedaço". Ele também anuncia que este mês estará em gravações do longa‑metragem "Virando o Jogo", dirigido por Tatiana Fragoso, que aborda o futebol feminino.
Recentemente, Gissoni gravou participação na série bíblica "A Ira do Herdeiro", da Record, com estreia prevista para 2027. Ele descreve a produção como uma "megaprodução" com forte contexto histórico e afirma que interpretará Jefté, o nono juiz de Israel, caracterizado como "um guerreiro, um mercenário".
Atualmente, o ator reside com a esposa, a atriz Yanna Lavigne, e as filhas Madalena e Amélia em um sítio em Itamonte, no sul de Minas Gerais. Ele explica que a mudança da cidade grande em 2020 foi motivada por diversos fatores e pelo desejo de criar as crianças em um ambiente mais saudável, espiritual, mental e físico. Itamonte conta com aproximadamente 15 mil habitantes e, para o casal, "é quase utópica".
Gissoni ressalta que a localização estratégica – a três horas tanto do Rio de Janeiro quanto de São Paulo – facilita a logística de trabalho, permitindo que ele e Yanna continuem atuando sem abrir mão da vida no campo. Quando questionado sobre a possibilidade de ampliar a família, o ator indica que o assunto está em pauta, sem dar detalhes adicionais.
Com informacoes de O GLOBO.

