Zema busca se afastar de acusações de ligação da Cemig com o Master e afirma que não retira nada do que disse sobre Flávio Bolsonaro
Em depoimento na última terça‑feira, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, solicitou ao atual governador Mateus Simões (PSD) que investigue a fundo as suspeitas de sonegação envolvendo a Cemig e que a Receita Federal apure eventuais irregularidades na compra de energia solar pela estatal.
Na semana anterior, Rubens Soalheiro, diretor comercial da Cemig Sim – segmento da empresa responsável pela aquisição de energia solar – foi demitido em meio a investigações que apontam possível facilitação de esquemas ligados ao grupo Master.
Investigadores verificam se Soalheiro teria favorecido a conexão da Cemig com a gestora Green Investimentos, cujo presidente era Felipe Vorcaro, primo do empresário Daniel. A Green Investimentos também contava com a participação do senador Ciro Nogueira (PP), que está sob investigação da Polícia Federal por suposta recepção de vantagens indevidas do dono do Master em troca de apoio legislativo favorável à instituição financeira.
Zema declarou que não recebeu nenhum benefício pessoal, afirmando que eventuais recursos foram destinados ao partido e que a doação ao Novo foi feita de livre e espontânea vontade. “Em 2022 esse banqueiro ainda parecia não ter cometido crime. Não aceitamos doação para levar projeto de lei adiante ou beneficiar alguém de forma alguma”, afirmou durante a sabatina.
Ao ser questionado sobre a diminuição das críticas a Flávio Bolsonaro nos últimos meses, Zema negou ter sido impedido pelo Novo de comentar o assunto, reiterou apoio à apuração do chamado caso Dark Horse e classificou algumas investigações como tendenciosas.
“Não tiro nada do que eu disse. Está postado nas redes. Não mudo em nada. O Brasil precisa acabar com essas investigações tendenciosas”, disse o governador, acrescentando que responde ao processo do ministro Gilmar Mendes e questionando a condução das investigações envolvendo o filho do presidente Lula.
Em paralelo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionou a possibilidade de demolir o Kennedy Center caso a reforma fosse bloqueada, enquanto o Departamento de Justiça alertou que o prédio poderia se tornar inseguro sem obras, gerando disputa sobre a inclusão do nome do presidente na fachada. Trump também declarou a uma emissora da Flórida que não interferirá nas eleições brasileiras.
No âmbito esportivo, o presidente do Flamengo entrou com ação judicial contra o presidente do Vasco, acusando-o de ofensas como "mau‑caráter", "arrogante", "prepotente", "soberbo" e "hipócrita". Em outro caso, o ex‑âncora da Fox News, Lauro Jardim, confessou ter matado sua mãe de 80 anos com quatro facas de cozinha e um ralador de queijo.
O jurista Mendonça apresentou ao TSE uma tese para definir o que constitui deepfake nas eleições, diferenciando conteúdos sintéticos permitidos dos proibidos e estabelecendo critérios de realismo e autenticidade. Em julgamento nos EUA, testemunhas afirmaram que as ferramentas da Meta para adolescentes eram ineficazes. A gigante das redes sociais foi acusada de mentir sobre os riscos da plataforma à saúde mental de menores.
A Apple anunciou o chip M6, com tecnologia inédita para IA baseada em arquitetura de 2 nanômetros. O novo processador será lançado no Mac Mini, que chegará ao Brasil a partir de R$ 10.799, com início das vendas previsto para fevereiro.
Com informacoes de O GLOBO.

