Pablo se explica após cancelamento de shows nos EUA e acusação de calote
Após a repercussão nas redes, a equipe de Pablo utilizou o Instagram na quarta‑feira (30/9) para esclarecer o motivo das apresentações suspensas nos Estados Unidos.
A viagem estava programada para esta quarta‑feira (30), às 12h, porém, durante o processo de imigração, profissionais essenciais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe foram disponibilizados somente naquele dia.
A M&P Produções, escritório responsável pela gestão da carreira do artista, informou o cancelamento das apresentações previstas para 2 de outubro, em Boston, e 3 de outubro, em Newark, nos Estados Unidos.
Em comunicado, a M&P ressaltou que a impossibilidade de realização das apresentações decorre de circunstâncias supervenientes e alheias à vontade do artista e de sua equipe, relacionadas exclusivamente ao processo migratório, não resultando de decisão unilateral ou conduta atribuível ao artista.
Pablo e toda a equipe lamentam profundamente o cancelamento dos shows e agradecem a compreensão, o carinho e o respeito do público diante da situação.
A produtora norte‑americana Schuina Productions utilizou as redes sociais para afirmar que foi vítima de calote por parte de Pablo.
Por meio de um vídeo, o empresário Adilson Alves Schuina declarou que todas as despesas do artista já estavam quitadas, mas recebeu a informação de que ele não embarcaria.
O contratante alegou que “simplesmente o Mário Paim, que é um empresário do Pablo, falou que não ia embarcar”.
Adilson Alves Schuina ainda acrescentou: “Simplesmente isso. E veio propor para mim trocar um show com ele no Brasil de prefeitura. Isso que ele tá fazendo, isso é um desacato”.
Na gravação, o empresário detalhou que já havia pago metade do cachê, mais de 88 mil dólares (aproximadamente R$ 455 mil) gastos com petição, passagem executiva de Pablo, passagem executiva da esposa de Pablo e passagem executiva de Mário Paim, e que simplesmente o artista não quis embarcar para a turnê.
Em seguida, o dono da produtora afirmou possuir provas e documentos que comprovam que nada havia errado com a viagem: “Tenho as petições aprovadas, eu tenho os passaportes com o visto, eu tenho os prints do consulado que foram retirados os passaportes, tudo certinho”.
Como já relatamos em coberturas anteriores, cancelamentos de shows geram grande repercussão nas redes, como o caso do show de Fiuk em Jundiaí, cancelado pela produtora de eventos, e agora o episódio envolvendo Pablo acrescenta mais um capítulo ao debate sobre logística e compromissos contratuais no meio artístico.
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Com informacoes de Metrópoles.

