Novas regras do Banco Central exigem autorização de exchanges e impactam investidores de cripto no Brasil
Uma nova fase da regulamentação do setor de criptoativos foi anunciada, estabelecendo requisitos específicos para a atuação de exchanges no Brasil. A partir da data de publicação da norma, instituições supervisionadas pelo Banco Central não poderão realizar ou viabilizar operações com plataformas que não estejam autorizadas ou em processo de autorização.
A medida gera dúvidas entre os investidores: será necessário fazer algo com os criptoativos já mantidos nas plataformas? A resposta não é única, pois os efeitos dependem da situação de cada empresa frente às novas regras, não implicando necessariamente a retirada ou transferência de todos os ativos.
Essa mudança não obriga todo investidor a retirar ou transferir seus criptoativos; a necessidade de ação varia conforme a conformidade da exchange em questão com o novo regime regulatório.
A Coinbase, que oferece compra, armazenamento e negociação de criptoativos no Brasil, permite depósitos em reais por meio do Pix. Entre 8 de outubro e 8 de novembro de 2026, a empresa realizará uma campanha de bônus destinada a usuários novos e atuais.
Antes de escolher uma plataforma, é recomendável analisar critérios como governança, capacidade financeira, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro e segurança cibernética, que são requisitos definidos pelo novo regime. Verificar a situação da empresa em relação às regras brasileiras deve ser um dos primeiros cuidados.
A custódia dos ativos também merece atenção. Investidores devem buscar informações sobre como os criptoativos são mantidos, quem é responsável pelo serviço e a transparência desse processo.
As necessidades individuais de cada investidor influenciam a escolha da exchange: quais são as formas de depósito e movimentação de reais? Existe integração com o Pix? As ferramentas disponíveis atendem ao que o usuário pretende fazer na plataforma?
Na Coinbase, o depósito em reais é realizado via Pix, utilizando trilhos locais. A campanha de bônus oferece 8% em USDC – criptoativo atrelado ao dólar americano – sobre aportes elegíveis feitos por transferência de criptoativos de outras exchanges ou por depósito via Pix. O aporte elegível tem limite de R$ 500 mil, com bônus máximo de R$ 40 mil por usuário. O bônus é creditado antecipadamente, sujeito a retenção de três anos, com liberação de 1/36 do valor a cada mês. Saques ou outras movimentações antes do prazo podem reduzir proporcionalmente o benefício. Aplicam‑se termos e condições.
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Com informacoes de CNN Brasil.

