LOS Duduhh declara ser o melhor ADC e relembra pentakill no CBLOL 2026

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 30/08/2026 13:20
LOS Duduhh declara ser o melhor ADC e relembra pentakill no CBLOL 2026

Foto: via Mais Esports

Em entrevista exclusiva concedida ao Mais Esports, o atirador da LOS, conhecido como Duduhh, compartilhou suas impressões sobre a reta final da competição CBLOL 2026, abordando desde o seu primeiro pentakill até as adaptações táticas do elenco.

Ele descreveu a sensação de alcançar o primeiro pentakill em partidas de alto nível, ressaltando que foi a primeira vez tanto em Tier 1 quanto em Tier 2, e que, apesar de não ter sido a série mais bem desenvolvida, o feito trouxe um grande entusiasmo. Duduhh admitiu que perdeu o primeiro jogo da série sozinho, assumindo total responsabilidade pela derrota, mas considerou que o pentakill ajudou a restaurar a confiança da equipe, especialmente ao jogar com Kai’Sa, um campeão que sempre admirou.

Sobre a derrota para a LOUD, o jogador explicou que a equipe compreendeu os motivos da perda, reconhecendo que não foi o melhor dia de desempenho. Ele apontou que, embora o time ainda ganhasse partidas, a falta de convicção poderia levar a erros futuros, e que perder naquele momento foi útil para identificar falhas antes que a invencibilidade se tornasse um obstáculo.

No confronto contra o Fluxo W7m, Duduhh reconheceu que sua atuação ficou aquém do esperado, classificando aquele jogo como o pior desempenho individual desde o início da carreira. Ele afirmou que cometeu erros em todas as oportunidades, o que impactou a confiança da equipe.

Ao comentar a dinâmica de draft, o atirador destacou que a LOS possui vários carregadores, como Zest e Feisty, o que exige ajustes de papéis. Segundo ele, às vezes um dos carregadores precisa ceder espaço, adotando um papel mais utilitário, como Zest jogando Ambessa no terceiro jogo ou Feisty assumindo campeões como Cassiopeia, Galio ou Ryze para apoiar o time. Duduhh também mencionou que, ao jogar com campeões de controle como Viktor, Seraphine ou Syndra, a tendência é assumir mais responsabilidade, o que influencia sua própria atuação.

Quanto às recentes mudanças de meta, como a retirada dos magos e a possibilidade de Ackerman atuar mais no topo, Duduhh admitiu que a equipe sentiu algum efeito, mas atribuiu a principal dificuldade ao tempo que passaram treinando o meta anterior – cerca de dois meses – durante bootcamp e no EWC. Ele ressaltou que, ao retornar ao cenário, ainda carregavam muitas estratégias do meta antigo, o que gerou uma transição mais lenta, embora não considere isso um problema grave.

Com informacoes de Mais Esports.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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