Federação União Progressista apoia Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2026
A Federação União Progressista, composta pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP), deliberou por unanimidade, nesta terça‑feira, 6 de outubro de 2026, apoiar o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.
A decisão foi tomada durante reunião entre as bancadas das duas siglas, lideradas pelos presidentes nacionais do União Brasil, Antonio Rueda, e do PP, Ciro Nogueira, na Câmara dos Deputados.
O apoio vem após o primeiro turno, no qual Flávio Bolsonaro obteve vantagem superior a 2 milhões de votos sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O segundo turno está marcado para 25 de outubro de 2026.
Em nota assinada por Antonio Rueda e Ciro Nogueira, a federação destacou que Flávio representa “uma mudança em relação às práticas políticas e econômicas adotadas no país”. O texto afirma: “O Brasil mudou, os desafios são outros e a economia global é movida por tecnologia, velocidade e desburocratização”.
A federação ressaltou ainda que Flávio Bolsonaro reúne o perfil de quem pretende “avançar de verdade”, com propostas para modernizar a gestão pública, reorganizar a economia e “equilibrar as forças políticas”.
Segundo a nota, o posicionamento da federação busca se contrapor à “repetição de velhas práticas políticas e fórmulas econômicas comprovadamente ultrapassadas”. “Respeitamos a história, mas o compromisso da Federação União Progressista é com o futuro dos brasileiros e brasileiras”, declarou a federação.
Segue a íntegra da nota da União Progressista sobre o segundo turno: “A Federação União Progressista, após reunião, deliberou por unanimidade fechar questão em apoio ao candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro 22 neste segundo turno. ‘O Brasil mudou, os desafios são outros e a economia global é movida por tecnologia, velocidade e desburocratização. Flávio Bolsonaro reúne o perfil de quem quer avançar de verdade com o compromisso de modernizar a gestão, implementar propostas realistas para melhorar a vida da população, equilibrar as forças políticas e reorganizar a economia do Brasil. Nosso posicionamento é de contrapor a repetição de velhas práticas políticas e fórmulas econômicas comprovadamente ultrapassadas. Respeitamos a história, mas o compromisso da Federação União Progressista é com o futuro dos brasileiros e brasileiras. No dia 25 de outubro, optamos por caminhar em direção a um país melhor e apoiar o candidato Flávio Bolsonaro 22, que é quem representa o rompimento com velhos sistemas e com promessas do passado. Basta de olhar para trás. O Brasil tem pressa para avançar.’”
No primeiro turno, a União Progressista havia decidido manter neutralidade, permitindo que integrantes de União Brasil e PP apoiassem candidatos de sua preferência nos diferentes estados. Ciro Nogueira havia declarado apoio a Flávio em fevereiro, mas mudou de posição e passou a defender a neutralidade da sigla após ser alvo da quinta fase da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, em maio.
Flávio Bolsonaro considerou “graves” as informações divulgadas pela imprensa sobre o caso. Segundo integrantes do PP, o episódio contribuiu para esfriar as negociações entre PL e PP e para a decisão de manter a neutralidade nacional no primeiro turno.
A neutralidade permitiu que partidos de centro mantivessem alianças distintas das direções nacionais, especialmente em estados onde Lula tem força eleitoral. No Republicanos, por exemplo, o presidente da Câmara, Hugo Motta (PB), e o deputado Silvio Costa Filho (PE) mantiveram proximidade com Lula. No União Brasil, o ex‑prefeito de Salvador, ACM Neto, também preservou relação política com o presidente em razão da força do petista na Bahia.
Outros destaques da cobertura política recente incluem: “Se não fosse Flávio, 6 × 1 já teria acabado”, afirmou Rick Azevedo; Bolsonaro previu eleição de 140 congressistas do PL em 2026; o PT conversou com Republicanos e mira líderes do PSD no segundo turno; sem citar nomes, Lula disse que “tentam atrapalhar” a votação da 6 × 1; e o coordenador de Flávio passou mal e foi levado a hospital em Brasília.
Com informacoes de Poder360.

