Estudos revelam que millennials gamers desenvolvem habilidades cognitivas que podem beneficiar a terceira idade
Embora a frase "Você não está velho demais para jogar?" ainda gere sorrisos e descrença, a ciência vem mostrando que os videogames podem ser aliados valiosos em qualquer fase da vida.
Não há limite máximo de idade para usufruir dos benefícios cognitivos dos jogos, que podem inclusive atenuar sintomas de algumas doenças e melhorar a reserva de energia mental na fase adulta.
Se antes se reconhecia a influência dos games no desenvolvimento cerebral infantil, recentes investigações apontam efeitos perceptíveis também em adultos.
Um conjunto de pesquisas conduzidas pelo Dr. Gregory West, professor de psicologia da Universidade de Montreal, em 2018, detectou aumento da matéria cinzenta no hipocampo de participantes de diferentes faixas etárias após sessões de jogos de plataforma em 3D, como Super Mario 64. Volumes menores no hipocampo estão associados a maior risco de enfermidades como o Alzheimer.
Esses achados reforçam a ideia de que a prática regular de videogames pode contribuir para a manutenção da saúde cerebral ao longo dos anos, algo que, como já destacamos em nossa cobertura sobre o hype em torno de GTA 6, demonstra como o engajamento dos gamers pode trazer impactos positivos além do entretenimento.
Com informacoes de IGN Brasil.

