Endrick minimiza pressão e destaca gratidão: "Difícil é trabalhar de segunda a domingo"

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 29/09/2026 09:20
Endrick minimiza pressão e destaca gratidão: "Difícil é trabalhar de segunda a domingo"

Foto: via CNN Brasil

Em entrevista concedida ao portal "ge", o atacante Endrick recusou qualquer tipo de vitimização e enfatizou uma postura de profunda gratidão pelo que o futebol lhe proporciona, reconhecendo a enorme pressão que recai sobre os jogadores, mas destacando que o esporte oferece oportunidades capazes de mudar a vida de suas famílias.

Ao abordar a ideia de que a profissão de jogador seja "difícil", Endrick considerou o rótulo desproporcional quando comparado ao esforço cotidiano de quem trabalha fora dos campos. Ele afirmou que não é difícil ser jogador, mas que situações específicas podem ser complicadas, e ressaltou que quem acorda às 5 horas da manhã para trabalhar de segunda a domingo enfrenta um desafio maior. O atleta reforçou que está realizando o que mais ama e recebendo um salário que pode transformar a realidade familiar, concluindo que só cabe agradecer a Deus por aquele momento.

Durante a coletiva de Ancelotti antes da partida contra a Austrália, Endrick comentou que Otávio tem potencial para alcançar Dida e Gomes em sua estreia na Seleção Brasileira, e mencionou a reação de um comentarista que criticou Ancelotti após o empate do Brasil, qualificando‑o como "constrangedor".

Aproveitando a primeira Data FIFA após a Copa do Mundo de 2026, o jovem revisitou um dos episódios mais difíceis de sua curta trajetória na Seleção: a eliminação nas oitavas de final para a Noruega, após a reviravolta vencida contra o Japão na fase de 16 avos. Ele descreveu o resultado como uma ferida que ainda persiste e que a equipe deve tentar cicatrizar o mais rápido possível para continuar ajudando a Seleção.

Endrick admitiu que o revés provocou uma reflexão individual profunda entre vários jogadores, que passaram a analisar o que poderia ter sido feito de diferente. Ele enfatizou que não se pode permanecer preso ao passado, sendo necessário focar no presente e no futuro, buscando sempre o melhor desempenho para a Seleção.

Concluindo, o atacante ressaltou que a gratidão a Deus e a dedicação ao que ama permanecem como pilares fundamentais para enfrentar os desafios e continuar contribuindo com a seleção nacional.

Com informacoes de CNN Brasil.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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