Eleições de meio de mandato nos EUA podem redefinir o cenário para as big techs; Apple tem recorde e caso Binance ganha novos desdobramentos
As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, realizadas nesta terça-feira (3), vão muito além da disputa por cadeiras no Congresso. Embora o presidente Donald Trump não esteja nas urnas, o resultado pode redefinir o equilíbrio de forças em Washington e afetar diretamente os negócios de algumas das maiores empresas do mundo, especialmente as gigantes de tecnologia.
Conhecidas como midterms, as eleições renovam toda a Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado. A disputa também envolve governos estaduais e pode determinar o espaço que a oposição terá para fiscalizar o governo, questionar contratos e pressionar empresas que dependem de decisões políticas e recursos federais.
Para as big techs, o resultado importa porque Washington faz parte de seus modelos de negócio. Investimentos em inteligência artificial (IA), contratos militares, regulamentações para criptomoedas e até projetos de infraestrutura podem ser afetados pela composição do Congresso.
Além do cenário político, o resumo semanal traz outros destaques do setor: a Coreia do Norte rebateu os EUA depois que o FBI atribuiu ao país o roubo de criptomoedas da Binance; a Apple superou expectativas e registrou o melhor resultado financeiro de sua história; o iPhone Duo esgotou na pré-venda, e a empresa não sabe quando a situação vai melhorar; a Anthropic faturou R$ 91,8 bilhões em trimestre, mas registrou prejuízo de R$ 124,2 bilhões.
Na ciência e no espaço, o James Webb revelou novas pistas sobre a origem do visitante interestelar 3I/ATLAS, e quatro voluntários passaram 378 dias isolados para simular uma missão a Marte. Também foi noticiado um novo ataque hacker que fez geladeiras esquentarem em supermercados na Europa.
Com informacoes de Olhar Digital.

