Defesa de Valdemar Costa Neto rebate decisão de Flávio Dino
A defesa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, negou que ele tenha praticado qualquer crime e afirmou que a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que decretou medidas cautelares em seu desfavor, parte de premissas frágeis e criminaliza atividade político-partidária.
De acordo com a decisão de Flávio Dino, Valdemar é suspeito de indicação irregular de emendas parlamentares, que somam R$ 119,2 milhões em recursos públicos destinados de forma irregular. A Polícia Federal (PF) afirma que funcionários da Câmara dos Deputados teriam atuado em conjunto para desviar esses recursos em benefício de Valdemar.
A defesa de Valdemar Costa Neto afirmou que é natural e legítimo que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades programáticas, articule interesses nacionais e regionais e influencie politicamente sua bancada. A defesa também destacou que a Procuradoria-Geral da República foi contrária à decretação das medidas cautelares.
Valdemar Costa Neto nega categoricamente a prática de qualquer crime e afirma que não há qualquer prova ou indício de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso. A defesa reafirma a inocência de Valdemar e adotará todas as medidas judiciais cabíveis para demonstrar a improcedência das imputações.
Essa não é a primeira vez que o nome de Valdemar Costa Neto está envolvido em polêmicas, como visto recentemente em nossa cobertura sobre a defesa de Flávio Bolsonaro em seu favor contra o bloqueio de bens. Agora, com a decisão de Flávio Dino, o caso segue para novas etapas judiciais.
Com informacoes de G1 Política.

