Cristina Ranzolin e Carolina Aguaidas relembram diagnóstico precoce de câncer de mama e reforçam alerta do Outubro Rosa

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 29/10/2026 13:20
Cristina Ranzolin e Carolina Aguaidas relembram diagnóstico precoce de câncer de mama e reforçam alerta do Outubro Rosa

Foto: via GZH

Em entrevista ao programa "Tá Tudo Bem?" da Sala de Redação, realizada em 29 de outubro de 2026, as jornalistas da RBS TV Cristina Ranzolin e Carolina Aguaidas relembram seus diagnósticos de câncer de mama e enfatizam a importância da detecção precoce.

Cristina Ranzolin recebeu o diagnóstico em 2020, durante um check‑up de rotina. Sem sintomas e sem histórico familiar da doença, foi surpreendida por uma alteração identificada em um exame. "A sensação é de que o chão abre. Parece uma sentença de morte", recorda. O médico informou que, embora o tumor fosse agressivo, apresentava altas chances de cura.

Carolina Aguaidas tem relação com a doença desde a infância, quando acompanhou a mãe enfrentando o câncer. O acompanhamento médico sempre fez parte de sua rotina e, em uma ressonância preventiva, os especialistas encontraram uma alteração. "Eu não tinha sintoma algum. Não sentia nada. Se não fosse o exame, eu não teria descoberto naquele momento", relata. Apesar do histórico familiar, os exames indicaram que o diagnóstico não tinha origem hereditária.

As duas jornalistas também abordaram o impacto emocional do diagnóstico. Carolina buscou ajuda profissional para lidar com o medo e a vulnerabilidade que surgiram nesse período. "Existe uma pressão para que a mulher seja sempre forte, guerreira, inspiradora. Mas nem sempre a gente está assim. Também é preciso permitir a tristeza, o medo e a vulnerabilidade", reforça Aguaidas. Cristina destacou a importância da rede de apoio formada por familiares, amigos, médicos e pelo carinho recebido do público.

Ambas optaram por manter a rotina de trabalho durante o tratamento, estratégia que ajudou a atravessar o processo com mais leveza.

Atualmente, Cristina já concluiu o tratamento, enquanto Carolina continua em terapia hormonal, etapa importante para reduzir o risco de recorrência da doença. As duas permanecem em acompanhamento médico e realizam exames periódicos; embora cada novo check‑up traga ansiedade, o acompanhamento contínuo oferece mais segurança e tranquilidade.

Segundo a oncologista Katsuki Arima Tiscoski, coo

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Com informacoes de GZH.

Tainá Ribeiro Alves

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