Com Martinelli na Seleção, veja a trajetória dos jogadores da Geração de Ouro do Fluminense

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 25/09/2026 06:40
Com Martinelli na Seleção, veja a trajetória dos jogadores da Geração de Ouro do Fluminense

Foto: via ge

Com Martinelli convocado para a Seleção, a chamada Geração de Ouro do Fluminense – composta por jogadores nascidos em 2001 e 2002 – já colocou quatro atletas vestindo a camisa do Brasil e foi uma das equipes mais comentadas da base tricolor nos últimos anos, tendo conquistado títulos em todas as competições que disputou na categoria sub‑17, sido campeã carioca e chegado às finais da Copa do Brasil e da Taça BH.

O time‑base daquela época reunia os nomes Marcelo Pitaluga, Calegari, Luan Freitas, Davi e Marcos Pedro na defesa; André, Martinelli e Wallace no meio‑campo; e Luiz Henrique, Marcos Paulo e João Pedro no ataque. Atualmente, apenas o goleiro Marcelo Pitaluga e o volante Martinelli permanecem no elenco principal do Flu; Martinelli é titular absoluto, enquanto Pitaluga, repatriado em 2025 após passagem sem jogos pelo Liverpool entre 2020 e 2025, atua como reserva.

O zagueiro Davi Alves teve poucas oportunidades no time principal, viu seu contrato encerrado no ano passado e, a partir de 2024, defende o Nova Iguaçu.

João Pedro deixou o Fluminense em 2018, mas só se transferiu fora do Rio em 2020, quando completou 18 anos. Foi vendido ao Watford por 11,5 milhões de euros e, em 2024, assinou com o Chelsea, vindo do Brighton por 55 milhões de libras – o que corresponde a aproximadamente R$ 377 milhões na cotação atual – e está em sua terceira temporada no clube inglês.

André, outra grande revelação, tornou‑se a maior venda da história do Flu ao ser negociado com o Wolverhampton, da Championship inglesa, por 22 milhões de euros mais 3 milhões de euros em metas. O meio‑campista acumulou 197 partidas e quatro gols pelo Tricolor, consolidou-se como referência no setor e acabou sendo convocado para a Seleção.

Luiz Henrique despontou como um dos maiores destaques da geração, registrando 120 jogos pelo Flu antes de ser vendido ao Real Betis, da Espanha, em 2022 por 8 milhões de euros fixos mais 5 milhões de euros em bônus. Após voltar ao Brasil, conquistou o Campeonato Brasileiro e a Libertadores pelo Botafogo, foi eleito o “Rei da América”, recebeu convocações da Seleção e foi transferido ao Zenit, da Rússia. Foi o único da turma a participar de uma Copa do Mundo, disputando a edição de 2026.

Calegari, que atualmente integra o LA Galaxy, tem tido pouca atuação. Depois de deixar o Flu, defendeu o Famalicão, de Portugal, e o Eyupspor, da Turquia, antes de chegar à MLS.

Luan Freitas permaneceu no Flu até o ano passado e, em 2024, assinou com o Fortaleza. Em 2026, soma 32 partidas pela equipe cearense, contribuindo para a campanha de acesso.

Marcos Pedro passou por diversos empréstimos por falta de espaço no elenco principal. Em 2024, transferiu‑se definitivamente para o FC Noah, da Armênia, onde jogou 12 partidas e marcou um gol. Atualmente, defende o Metropolitano, de Santa Catarina.

Wallace, que também foi destaque na base, está em 2026 no Piauí, onde já registrou 23 jogos e três gols. Deixou o Flu em 2024, passou por vários empréstimos, foi para o Chadormalou Ardakan, do Irã, depois assinou com o Volta Redonda, disputando duas partidas do Campeonato Carioca, e em seguida seguiu para a Albânia, jogando pelo KF Vora.

Marcos Paulo, considerado o mais promissor da época, encerrou sua passagem pelo Flu com 79 partidas e 14 gols antes de ser negociado de forma polêmica com o Atlético de Madrid. A partir daí, viveu uma sequência de empréstimos que totalizou sete clubes diferentes. Em 2026, pertence ao Juventude e disputa a luta pelo acesso à elite do futebol nacional, já tendo somado 36 jogos e cinco gols na temporada.

Com informacoes de ge.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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