Carol Portaluppi divulga áudio de bronca de Renato Gaúcho por anúncio antecipado da volta ao Grêmio
Ao abrir a porta de um amplo apartamento no oitavo andar de um prédio em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, a vista para o mar e dois porta‑retratos ao lado do sofá revelam imediatamente que o imóvel pertence a uma filha que idolatra o pai.
Carol Portaluppi, de 32 anos, filha de Renato Gaúcho, ídolo do Grêmio, recebeu a equipe do portal em entrevista exclusiva para falar sobre a relação com o pai e sobre como tem aproximado o treinador de 64 anos do universo digital.
Segundo a filha, a falta de comunicação foi o ponto de partida: “Ele disse ‘Carol, fechei, está tudo fechado’. Eu entendi que poderia comunicar, e a torcida já me perguntava, o que me deixou ansiosa”, explicou.
Mesmo assim, antes de publicar, ela perguntou ao pai se poderia postar uma foto. Renato respondeu apenas “pode”, sem perceber que a publicação seria feita no Instagram oficial dele. Dois minutos depois, ele enviou um áudio de bronca.
No áudio, Renato disse: “Carol, você botou no Instagram que eu fechei. Tira aí, Carol. Quem tem que botar sempre primeiro é o clube. Mas é brincadeira. C******!”. A filha apagou a mensagem, mas o print circulou nas redes.
Para contornar a situação, Carol gravou um vídeo explicando o ocorrido e pediu aos torcedores que fizessem surpresa no anúncio. Quando o Grêmio postou a confirmação com o texto “tá liberado, Carol”, a filha considerou que o problema havia sido resolvido.
Carol ainda explicou por que administra a conta do pai no Instagram: “Ele me ligou pedindo ajuda e eu perguntei quanto ele pagaria, porque não trabalho de graça”. Ela destaca que cuida de todo o perfil, desde publicações e ideias de conteúdo até entregas comerciais e filtro de informações.
O treinador, segundo a filha, não baixa o aplicativo e usa o celular apenas para chamadas e áudios, pois “não gosta de digitar”. Ele costuma pedir que ela poste fotos que ele envia, adicionando legendas e acompanhando os comentários. Em algumas partidas do Vasco, Carol gravava análises pós‑jogo enquanto Renato assistia do apartamento.
Renato também afirmou que deixou de ter relações para que sua vida não fosse mais pública, revelando a postura reservada que mantém até dentro de casa.
Carol relata que há cerca de dez anos registra momentos espontâneos do pai – como tomando sopa no quarto de hotel, dormindo durante um filme ou recebendo presentes inesperados – e que muitas vezes precisa excluir o conteúdo quando ele não aprova. Ela também foi proibida de filmar certas manias e toques pessoais do treinador.
Após a passagem pelo Flamengo, a “pausa na vida” que ele vivenciou, a participação na Copa de Clubes com o Flu e o período de “home office” no Vasco são citados por Carol como momentos que marcaram a rotina digital do pai.
Com informacoes de ge.

