Bradesco aumenta capital, Totvs vende participação, MBRF cancela oferta e Unifique propõe OPA: o que observar nesta segunda-feira
O Conselho de Administração do Bradesco (BBDC4) aprovou a homologação de um aumento de capital no valor total de R$ 10 bilhões, com subscrição integral de 604.852.753 novas ações, sendo 302.876.396 ações ordinárias ao preço de emissão de R$ 15,43 cada e 301.976.357 ações preferenciais ao preço de R$ 17,64 cada.
A MBRF (MBRF3) comunicou, na sexta‑feira (2), o cancelamento da oferta feita por sua subsidiária NBM US para adquirir a totalidade das notas seniores em circulação, com remuneração de 6,625% ao ano e vencimento em 2029, emitidas pela NBM, nos termos da oferta anunciada em 28 de setembro de 2026.
A Totvs Large Enterprise, controlada da Totvs (TOTS3), concluiu, na sexta‑feira (5), a venda da totalidade de sua participação acionária, correspondente a 80 % da RJ Participações, para a Distribusion Tecnologia.
A Unifique Telecomunicações (FIQE3) informou que sua controladora, Unitá Participações, decidiu formular uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para comprar até a totalidade das ações ordinárias da companhia que não estejam em poder da controladora ou em tesouraria, com objetivo de converter o registro da empresa de categoria A para B, cancelar a negociação das ações em mercados regulamentados e retirar a companhia do Novo Mercado da B3; o preço proposto é de R$ 6,00 por ação.
A Vittia anunciou que pagará R$ 13,25 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalente a R$ 0,08504375896 por ação, com pagamento previsto para 21 de outubro de 2026 aos acionistas com direito ao provento.
A Sequoia aprovou o grupamento de suas ações na proporção de 150 para 1, visando elevar a cotação dos papéis acima do mínimo de R$ 1 exigido pela B3; após o agrupamento, o número de ações cairá de cerca de 6,37 bilhões para 42,47 milhões, e o prazo para reenquadramento foi prorrogado pela B3 para 15 de novembro de 2026.
A Porto Serviço, controlada da Porto Seguro, protocolou pedido de cancelamento de seu registro de companhia aberta na CVM, com a concordância dos titulares de seus valores mobiliários, como parte de uma reorganização societária que busca ampliar sinergias e escala dentro do grupo, ainda sujeita à aprovação da CVM.
A Aegea informou a contratação de R$ 1,5 bilhão em novas operações de financiamento após o segundo trimestre, incluindo R$ 700 milhões em debêntures para a Corsan e R$ 750 milhões em rolagens de dívidas da Águas de Governador Valadares e da Ambiental Metrosul; com essas operações, as captações desembolsadas pela companhia em 2026 chegam a R$ 6 bilhões.
A Lupo identificou um incidente de segurança cibernética envolvendo acessos não autorizados a sistemas de gerenciamento de pedidos entre 18 e 23 de setembro, comprometendo dados de compras realizadas entre 2020 e 2023, como nome, CPF, e‑mail, telefone, endereço de entrega e informações dos pedidos; a empresa afirmou que não houve impacto nas operações, comunicou o caso à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e, até o momento, não identificou indícios de uso indevido das informações.
Com informacoes de InfoMoney.

