Augusto Cury não endossa nenhum candidato para o segundo turno e reforça agenda de diálogo e reformas

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 06/10/2026 21:00
Augusto Cury não endossa nenhum candidato para o segundo turno e reforça agenda de diálogo e reformas

Foto: via VEJA

Em pronunciamento divulgado neste domingo, 4, após a divulgação dos resultados das urnas, o escritor e médico Augusto Cury, que concorreu à Presidência da República, cumprimentou os dois candidatos que seguiram para a segunda fase da disputa eleitoral.

Cury afirmou que espera que o futuro presidente considere as ideias e os projetos apresentados por sua candidatura, declarando: “Quem ganhar, torço para que governe pensando em um Brasil de esperança”.

Segundo o ex‑candidato, o novo mandatário deve levar em conta as propostas de outros concorrentes durante a campanha e governar “com inteligência e senso de justiça”, colocando como prioridade as necessidades da população brasileira.

Sem citar nominalmente nenhum dos candidatos da segunda etapa, Cury reiterou sua defesa de uma agenda de reformas institucionais, entre as quais o fim da reeleição presidencial, a instituição de mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal e a adoção do semipresidencialismo.

Ele também voltou a destacar a redução da polarização como uma de suas principais bandeiras políticas, afirmando que direita, centro e esquerda precisam estar aptos a sentar à mesma mesa, ainda que mantenham divergências. “Democracia não é concordar; é aprender a caminhar juntos, mesmo discordando”, declarou.

Cury apontou que a polarização tornou o ambiente político brasileiro “excessivamente hostil” e que seu projeto busca superar um modelo em que adversários são tratados como inimigos. “Quero pacificar este país”, afirmou, defendendo que as divergências políticas sejam discutidas sem transformar opositores em inimigos.

Ao encerrar o pronunciamento, o ex‑candidato agradeceu aos eleitores que apoiaram sua candidatura e ressaltou que o projeto político apresentado na campanha não se encerra com o resultado eleitoral. “Presidentes passam. Partidos passam. Gerações passam. Mas uma nação precisa continuar sonhando”, concluiu.

Com informacoes de VEJA.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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