André Mendonça trata caso de Lulinha de forma diferente do de ACM Neto, aponta relatório da PF ao ministro Alexandre de Moraes
A Polícia Federal, em documento enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, apontou que o ministro da Justiça, André Mendonça, tratou o caso envolvendo Lulinha de maneira diferente do caso que tem como réu o deputado ACM Neto.
O relatório, datado de 3 de setembro de 2026, destaca que as duas investigações foram conduzidas pela mesma instituição policial, porém a condução e as decisões tomadas por Mendonça divergem entre si, segundo a análise apresentada ao magistrado.
Lulinha, filho do ex‑presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem sido alvo de investigações que envolvem supostos crimes financeiros. Já ACM Neto, político da Bahia e ex‑governador da mesma unidade federativa, também figura em apurações da Polícia Federal relacionadas a questões de corrupção.
O documento da PF não detalha as razões específicas da diferença de tratamento, mas ressalta a necessidade de que o ministro da Justiça mantenha uniformidade nas decisões judiciais e administrativas relacionadas a investigações em curso.
A informação foi publicada originalmente pela Folha de S.Paulo, com o artigo identificado pelo código 1875358903516029, e teve sua primeira publicação às 21:26 (horário de Brasília) e atualização às 22:07 do mesmo dia.
Com informacoes de Folha de S.Paulo.

