Anac é acusada de ter sido enganada pela Voepass
O relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) sobre a queda do avião da Voepass, que matou 62 pessoas em agosto de 2024, aponta que uma falha estratégica nas tomadas de decisão da Anac contribuiu para o acidente.
De acordo com o documento, a atuação da agência permitiu que a Voepass continuasse operando mesmo diante de violações identificadas durante fiscalizações.
Álvaro Faierstein, presidente da Anac, afirmou que a empresa fornecia informações falsas aos fiscais. Ele citou um exemplo em que a empresa informava que os reparos haviam sido realizados, mas na prática, o reparo não havia sido feito.
Faierstein também afirmou que a Anac decidiu mudar o processo de decisão sobre a suspensão de empresas aéreas, para que a definição sobre manter ou não uma companhia em operação envolva a diretoria da agência.
O relatório do Cenipa concluiu que uma combinação de falhas da Voepass, erros da tripulação e deficiências na fiscalização da Anac contribuiu para a queda do avião em Vinhedo (SP), em agosto de 2024.
O sistema de degelo aparece como um dos principais pontos da investigação. Segundo o Cenipa, o ATR 72 que caiu decolou com o equipamento inoperante e enfrentou sucessivos alertas de formação de gelo durante o voo.
A Anac suspendeu definitivamente as operações da Voepass em junho de 2025. Com a conclusão do relatório do Cenipa, as investigações criminais sobre o acidente continuam.
O presidente da Anac afirmou que a agência está prestes a adotar as recomendações apresentadas no relatório.
O caso é um exemplo de como a falta de fiscalização e a falta de transparência podem contribuir para acidentes graves na aviação.
A Voepass foi acusada de ter fornecido informações falsas aos fiscais da Anac, o que permitiu que a empresa continuasse operando mesmo diante de violações identificadas durante fiscalizações.
Álvaro Faierstein, presidente da Anac, afirmou que a empresa forneceu informações falsas aos fiscais, o que contribuiu para a falta de fiscalização e a falta de transparência.
O relatório do Cenipa concluiu que a combinação de falhas da Voepass, erros da tripulação e deficiências na fiscalização da Anac contribuiu para a queda do avião em Vinhedo (SP), em agosto de 2024.
O sistema de degelo aparece como um dos principais pontos da investigação. Segundo o Cenipa, o ATR 72 que caiu decolou com o equipamento inoperante e enfrentou sucessivos alertas de formação de gelo durante o voo.
A Anac suspendeu definitivamente as operações da Voepass em junho de 2025. Com a conclusão do relatório do Cenipa, as investigações criminais sobre o acidente continuam.
Com informacoes de G1.

