TST condena madeireira e dois frigoríficos por assédio eleitoral contra voto em Bolsonaro nas eleições de 2022
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) emitiu, em 21 de agosto de 2026, sentença que condena uma madeireira e dois frigoríficos por praticarem assédio eleitoral contra seus empregados, exigindo que votassem em Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.
A decisão se fundamenta em evidências de coação psicológica e ameaças no ambiente de trabalho, ocorridas poucos dias antes da votação de 2022, configurando violação da legislação eleitoral e trabalhista.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi o órgão que denunciou as empresas, apontando que foram realizadas reuniões obrigatórias, envio de mensagens e intimidações para pressionar os funcionários a manifestarem apoio ao candidato presidente.
Como consequência, as empresas foram multadas, obrigadas a reparar os danos causados e a publicar a decisão em seus canais internos, conforme determina a Justiça Eleitoral.
A imagem que acompanha a matéria retrata manifestantes bolsonaristas em frente ao Comando Militar do Leste (CML), sede das Forças Armadas no Rio de Janeiro, na Avenida Presidente Vargas, Centro, fotografada em 2 de novembro de 2022, ilustrando o clima político que antecedeu o pleito.
Com informacoes de Consultor Jurídico.

