Presidente da Federação da Jordânia acusa Fifa de chantagem
O presidente da Federação de Futebol da Jordânia, Ali Bin Al Hussein, publicou uma declaração nas redes sociais reclamando de omissão da Fifa diante de questões como a falta de visto para torcedores jordanianos e impostos sobre valores recebidos para participar do torneio.
O presidente da federação jordaniana apontou que, ao tentar buscar soluções junto à entidade que rege o futebol mundial, recebeu uma resposta que configuraria chantagem - se negando a apoiar o presidente Gianni Infantino.
A Fifa afirmou que não fará comentários sobre as acusações. Ali Bin Al Hussein escreveu: 'Por meses, a Fifa tem se recusado a nos ajudar em qualquer desses ou outros assuntos, até que me foi comunicado verbalmente durante a Copa do Mundo que, se eu apoiasse Infantino, haveria um grande caminho para ajudar nossa federação. Nós temos orgulho de na Jordânia defender valores éticos. Não o apoiamos antes e certamente não o faremos agora. Mas toda a situação equivale a chantagem e nos recusamos a ceder a isso.'
A Jordânia participou pela primeira vez de uma Copa do Mundo e vem tendo divergências com a Fifa. O país reclamou que as seleções que atuaram em cidades-sede no Canadá e no México não foram taxadas como as que estiveram nos Estados Unidos - caso da Jordânia.
Além disso, a Fifa ainda deve a premiação pela Jordânia ter participado da final da última Copa Árabe. O presidente da Federação da Jordânia deixou claro que a entidade não vai apoiar Gianni Infantino, sendo mais um membro que manifesta tal posicionamento nos últimos dias.
O atual presidente da Fifa vem sendo alvo de críticas depois de vir à tona uma tentativa de abrir uma empresa que abriria a entidade para investidores privados. A declaração do presidente da Federação da Jordânia destaca vários problemas, incluindo a falta de apoio da Fifa para a participação da Jordânia na Copa do Mundo.
Com informacoes de ge.

