Mãe de gari morto atropelado por motorista embriagado em SP chora justiça
A mãe de Diêgo Rafael da Silva, de 19 anos, que foi atropelado e morto por um motorista embriagado em São Paulo, pede justiça pelo filho. Ela disse que preferiria ter morrido no lugar dele e que o que mais a preocupa agora é a segurança da filha de 1 ano e da esposa grávida.
Diêgo trabalhava como coletor de lixo havia dois meses e pediu demissão do emprego anterior para ganhar um salário melhor, pois a esposa está grávida do segundo filho.
O motorista que atropelou Diêgo, Guofang Huang, 53 anos, foi submetido ao teste do bafômetro e teve 0,73 mg/l de álcool por litro de ar, acima do limite de 0,34 mg/l, considerado crime.
O gari foi socorrido, mas morreu no hospital. A defesa de Huang afirmou que a Constituição Federal assegura o direito ao devido processo legal, ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.
Os colegas de trabalho de Diêgo paralisaram parcialmente a coleta de lixo em bairros das zonas norte e oeste da capital paulista em solidariedade à morte do gari.
Um ato em frente ao 7º DP (Lapa) foi marcado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo em homenagem ao gari e para pedir justiça.
A família de Diêgo está em choque com a perda do jovem e pede justiça pela morte do gari.
Com informacoes de Folha de S.Paulo.

