Globo oferece contrato acima de R$1 milhão mensais por 5 anos e mira retorno de Galvão Bueno para Copa do Mundo 2030 e Fórmula 1
A Globo intensificou sua estratégia nesta semana ao anunciar a chamada "última cartada" para repatriar o narrador Galvão Bueno, com proposta que deve ser entregue nos próximos dias.
O contrato previsto tem vigência de cinco anos, de 2027 a 2031, e prevê remuneração mensal superior a R$1 milhão, valor que supera quase três vezes a oferta feita a Celso Portiolli.
Galvão integraria a equipe de cobertura da Copa do Mundo centenária de 2030, que será disputada em Portugal, Marrocos, Paraguai, Uruguai, Argentina e Espanha, sendo estes dois últimos os campeões mais recentes.
Na Globo, o locutor teria direito a um programa semanal, modelo que já utilizou na OMTV, no Sportv e atualmente no SBT com o "Galvão Futebol Clube", conforme apontado pelo colunista Alessandro Lo‑Bianco.
Nos bastidores, a avaliação indica que a aposentadoria de Galvão, atualmente com 76 anos, não deve ocorrer em curto prazo, pois o novo trabalho representaria um grande estímulo para o profissional.
A estratégia visa recuperar o narrador que fez história ao comentar as conquistas do Brasil nas Copas do Mundo de 1994 e 2002, a morte de Ayrton Senna em 1994, decisões de torneios nacionais e internacionais, lutas de MMA e a cobertura de tragédias diversas.
Paralelamente, a Globo antecipou uma proposta de R$3 milhões para retirar Celso Portiolli do SBT após 33 anos, incluindo pagamento de multa e rescisão de contrato do apresentador do "Domingo Legal".
Sobre o salário de Galvão no SBT, destaca‑se que, após 41 anos na Globo, o narrador fechou acordo milionário para a Copa do Mundo de 2026.
Em transmissão ao vivo no SBT, Galvão Bueno alfinetou a Globo por restrição vinculada ao Troféu Imprensa, ressaltando que possui mais prêmios individuais que o Brasil tem títulos de Copa do Mundo.
Ao mesmo tempo, Carol Barcellos retorna à televisão com programa em horário nobre dedicado à Copa do Mundo no SBT.
O texto também menciona a razão pela qual a Globo deixou de transmitir Fórmula 1, retornando ao esporte após cinco anos na Band, decisão que envolveu investimento inferior à fortuna de R$72 milhões oferecida pela Record.
Com informacoes de Terra.

