Família encontra desfecho trágico após 13 anos de buscas

Por José Carlos Pereira em Rio Verde, GO 30/07/2026 11:53
Família encontra desfecho trágico após 13 anos de buscas

Foto: G1 Goiás

A família de Lorena Cláudia Pereira Silva, desaparecida há 13 anos, recebeu a confirmação de que a jovem foi vítima de homicídio em Goiânia. O corpo de Lorena foi encontrado em 2013 e enterrado como indigente, mas a identidade só foi confirmada após a coleta de DNA dos pais em março de 2026.

A irmã de Lorena, Daniela dos Reis Pereira Silva, contou que a família recebeu a notícia de que a jovem havia sido vítima de homicídio após o Instituto Médico Legal (IML) entrar em contato com a mãe dela.

"Em 2013, ela foi enterrada como indigente, a gente foi descobrir agora através de um DNA que meu pai e minha mãe fizeram e foi compatível com o corpo que foi encontrado em Goiânia, no meio da rua ferido por arma de fogo", contou Daniela.

Lorena tinha apenas 19 anos quando desapareceu e a família viveu momentos de angústia e sofrimento durante os 13 anos de buscas. A jovem era dependente de drogas e morava sozinha em uma casa de amigos em Goiânia.

A família acredita que a jovem tenha sido assassinada por alguém que ela conhecia, pois não foi encontrada em nenhuma cena de crime ou em um local suspeito. Os parentes agora buscam justiça e querem que o culpado pelo crime seja identificado.

Agora, a família busca encontrar quem matou Lorena e que a justiça seja feita. "Não pode ficar impune o que aconteceu com ela. A pessoa levar um tiro no meio da rua e ficar jogada no meio da rua, igual ela ficou, e não saber quem foi que fez", desabafou Daniela.

Os dados foram inseridos no Banco de Perfis Genéticos da Polícia Científica do Estado de Goiás (BPG-PCI/GO) e no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). De acordo com documentos obtidos, o corpo de Lorena foi encontrado no dia 31 de julho de 2013, às 20h35, na Avenida Leste Oeste, em Goiânia, sem documentação.

O laudo cadavérico identificou que a jovem sofreu dois tiros e teve traumatismo torácico. Antes de ser enterrada como indigente, o corpo de Lorena ficou um mês no IML.

A família agora busca justiça e quer que o culpado pelo crime seja identificado. "Não pode ficar impune o que aconteceu com ela. A pessoa levar um tiro no meio da rua e ficar jogada no meio da rua, igual ela ficou, e não saber quem foi que fez", desabafou Daniela.

Agora, a família busca encontrar quem matou Lorena e que a justiça seja feita.

Com informacoes de G1 Goiás.

José Carlos Pereira

Sobre o Autor: José Carlos Pereira

Juca é o repórter de Goiás do MOTNAF.NEWS. Conhece cada canto do estado, de Goiânia ao interior — se aconteceu na região, ele está lá pra contar. Acompanha o dia a dia das cidades, do agro ao trânsito, da política local aos eventos que movimentam o cerrado. De Rio Verde a Anápolis, nenhuma notícia da terra passa despercebida. Curte tanto a grande manchete quanto a história do vizinho que merece ser contada. Escreve com o orgulho e o jeito acolhedor de quem é raiz goiana de verdade. Seu compromisso é manter a região informada com aquilo que realmente importa pra quem vive aqui. Sempre de plantão, traz a notícia local quentinha e confiável. Cada matéria é feita pensando no goiano de todo dia. É MOTNAF.NEWS, é Goiás de verdade.