Eliminação do Cruzeiro: Gerson isolado, Wesley exausto e Pedro Lourenço inconformado
Artur Jorge manteve o discurso de calma ao lado do gramado enquanto o Cruzeiro enfrentava o Flamengo, partida que começou com alta expectativa da torcida rubro‑negra e dos torcedores da Raposa.
No primeiro tempo, o Flamengo chegou a 15 finalizações, contra apenas duas do Cruzeiro, e a pressão foi constante. Rojas e Wesley foram os nomes mais citados nas análises do confronto, enquanto Artur Jorge dialogava com Gerson na pausa técnica, repetindo a palavra “Calma” para tentar organizar a marcação.
Pedro Lourenço acompanhava o jogo do camarote ao lado da torcida cruzeirense, rodeado pelos filhos e por membros da diretoria. No primeiro tempo, suas reações foram discretas, mas na segunda etapa comemorou efusivamente o gol que trouxe o empate ao Cruzeiro, levantou‑se da cadeira, circulou pelo camarote e, pouco depois, voltou a demonstrar preocupação ao ver a bola isolada por Matheus Pereira nos minutos finais, o que gerou reclamações intensas.
Ao término da partida, Pedro Lourenço concedeu entrevista à imprensa, afirmando: “O Flamengo foi superior hoje, a gente tem que reconhecer. É duro, mas, infelizmente, não merecemos a vitória. Fica de lição, e esse sorteio não foi generoso com a gente, foi muito maldoso. Não acabou o ano, temos que nos levantar. Sábado tem Flamengo, depois o Atlético, o Vasco. Levamos uma pancada, mas não pode cair. Vamos entrar com tudo na Copa do Brasil.”
Wesley, recém‑contratado há menos de um mês e inserido gradualmente na equipe, saiu exausto ao fim da partida. Foi o primeiro a ser substituído na segunda etapa e, ao deixar o campo, precisou ser carregado pelos companheiros Kaique Kenji e Cássio devido a fortes cãibras nas pernas. Em cena posterior, o atacante foi visto sentado na escada do Maracanã, cabisbaixo, sendo consolado por Matheus Pereira, mas mantendo o semblante triste.
Gerson, alvo de vaias constantes da torcida do Flamengo a cada toque de bola, foi substituído no segundo tempo e ouviu gritos de apoio aos flamenguistas que dominavam o estádio. Ao final, permaneceu sozinho no banco de reservas, observando a comemoração do adversário, passando a mão no rosto e demonstrando incômodo antes de se juntar aos companheiros para agradecer aos torcedores presentes.
O ge acompanhou de perto as reações que variaram entre nervosismo, agitação, euforia, tensão e esgotamento ao longo da partida e depois dela.
Com informacoes de ge.

