Deputada europeia defende campanha Stop Killing Games e questiona conceito de roubo digital
A deputada do Parlamento Europeu manifestou‑se publicamente em apoio à campanha Stop Killing Games, que combate a criminalização de práticas de compartilhamento de jogos digitais.
Em entrevista, a parlamentar citou a frase: “Se comprar não é possuir, então piratear não é roubo”, argumentando que a posse legal de um jogo não se traduz necessariamente em propriedade plena e que a legislação atual pode estar equivocada ao tratar a pirataria como crime.
A declaração surge em meio a um debate crescente sobre direitos autorais, distribuição digital e a eficácia de medidas anti‑pirataria, tema que tem sido recorrente em nossas coberturas, como a oferta gratuita do indie Cardpocalypse na Epic Games Store e os descontos da Warner Bros. Games na Nuuvem.
A deputada ressaltou ainda que a campanha Stop Killing Games busca equilibrar a proteção dos criadores com o acesso dos consumidores, propondo alternativas que não penalizem os jogadores que recorrem a cópias não autorizadas por questões de preço ou disponibilidade.
Com informacoes de Critical Hits.

