Defensor público Cássio de Holanda Tavares morre aos 49 anos em Rio Branco; DPE-AC decreta luto de três dias
Defensor público Cássio de Holanda Tavares faleceu aos 49 anos na quinta‑feira, 27, em Rio Branco, Acre.
Ele integrou a Defensoria Pública do Acre (DPE‑AC) desde 2005, acumulando mais de duas décadas de atuação jurídica no estado.
Na Defensoria, coordenou a área criminal e ocupou o cargo de secretário‑geral adjunto da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB‑AC) em dois mandatos, de 2013 a 2015 e de 2016 a 2018.
Antes de ingressar na Defensoria, trabalhou no assessoramento jurídico do Ministério Público do Acre (MP‑AC). É formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto e manteve estreita relação com a advocacia acreana.
A Defensoria Pública do Acre publicou nota destacando sua trajetória e decretou luto oficial de três dias. O expediente foi suspenso na sexta‑feira, 28, e o atendimento presencial e on‑line retornará na segunda‑feira, 31.
O velório será realizado na Capela São João Batista, em Rio Branco, na sexta‑feira, 28.
A defensora pública geral Juliana Marques lamentou a perda, ressaltando a importância da sua atuação de mais de vinte anos e a pessoa que ele era.
O procurador‑geral de Justiça do MP‑AC, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, também manifestou pesar, ressaltando a dedicação de Cássio ao serviço público e à defesa dos direitos da sociedade.
Simone Santiago, secretária da Mulher do Acre e ex‑defensora pública‑geral, escreveu nas redes sociais que a amizade entre eles durava mais de vinte anos, comparando‑a a laços de irmãos e expressando profunda saudade.
Durante o período de luto, o plantão da Defensoria permanece ativo para casos urgentes. Em Rio Branco, o contato pode ser feito via WhatsApp Único (68) 99930‑2101, mensagem de texto ou e‑mail plantao.dpe@ac.def.br; no interior, o e‑mail plantao.interior@ac.def.br.
A causa da morte não foi divulgada.
A notícia também mencionou o falecimento de Amauri Siviero, pesquisador da Embrapa, que morreu após tratamento contra câncer no Acre, e de um empresário do Acre que morreu durante tratamento contra aplasia medular, doença rara que afeta as células do sangue.
Com informacoes de G1.

