Debate ao Governo do RS: Acusações e Poucas Propostas
Gabriel Souza, Juliana Brizola, Luciano Zucco e Marcelo Maranata participaram do debate ao governo do RS nesta quinta-feira. O encontro teve acusações e poucas propostas. No bloco 1, Juliana e Zucco criticaram a educação gaúcha. No bloco 2, Maranata disse que a escala 6 x 1 não deve avançar em Brasília. No bloco 3, Maranata e Zucco debateram a segurança.
Gabriel questionou Juliana sobre quais programas estaduais ela manteria se fosse eleita. Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB) participaram do primeiro debate dos candidatos ao governo do RS em 2026, nesta quinta-feira, em Porto Alegre. No encontro, promovido pela rádio Gaúcha, do Grupo RBS, no teatro do prédio 40 da PUCRS, trocaram acusações, ataques diretos, apresentaram poucas propostas concretas e debateram sobre educação, infraestrutura, mudanças climáticas, saúde, desenvolvimento, IA entre outros temas.
Foram três blocos nos quais os políticos responderam às perguntas de representantes de entidades, questionamentos elaborados pela produção da emissora, temas sugeridos pelos ouvintes, rodada com tema livre e considerações finais. Mediado pela jornalista Andressa Xavier, o embate teve largada no bloco 1 com os líderes nas pesquisas, Juliana e Zucco: ambos criticaram a atual gestão, os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e discordaram quanto ao modelo de escola cívico-militar.
No segundo bloco, os candidatos responderam a oito perguntas de entidades escolhidas ao vivo. O presidente da Associação Rio-Grandense de Propaganda (ARP), Fernando Silveira, questionou os candidatos se têm projetos de valorizar produtos made in RS. Em seguida, Gabriel questionou Zucco sobre o mesmo tema. O candidato do PL afirmou que tem uma parceria com o ensino médio e vai impulsionar o modelo cívico-militar.
No terceiro e último bloco, o tema era livre. Maranata chamou Zucco para falar sobre segurança pública: 'É o estado com o maior número de facções e ainda, por incrível que pareça, a gente faz a primeira pergunta para um criminoso ao entrar no presídio. Não é qual o crime que cometeu, não é quanto tempo ele vai ficar, é qual a facção que ele pertence. Isso é inadmissível.' 'O crime está inteligente, o crime está na Faria Lima, o crime está nos garimpos, o crime está nas organizações, está no posto de gasolina', complementou Maranata.
Com informacoes de G1.

