Datafolha lança pesquisa sobre intenções de voto na corrida presidencial de 2026

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 29/08/2026 05:00
Datafolha lança pesquisa sobre intenções de voto na corrida presidencial de 2026

Foto: via VEJA

Uma nova pesquisa eleitoral do Datafolha, devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral, investiga as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, testando 13 nomes no cenário de primeiro turno.

O questionário apresenta dois cartões com as seguintes opções: Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Lula (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Wilson Grassi (Democrata) e Romeu Zema (Novo). O candidato Pablo Marçal aparece apenas em um dos cartões. Também são oferecidas as alternativas de voto em branco, nulo, nenhum ou "não sabe".

Antes de apresentar a lista, a pesquisa pergunta de forma espontânea a quem o eleitor pretende votar para presidente. Em seguida, investiga se a escolha está totalmente decidida ou ainda passível de mudança.

Para os entrevistados que optam por branco, nulo ou nenhum, o levantamento questiona se a motivação é escolher o candidato que julgam ter as melhores propostas e estar mais preparado ou, ao contrário, impedir a eleição de outro concorrente.

Na segunda fase, são testados quatro possíveis confrontos de segundo turno, sempre com Lula como candidato do PT enfrentando, respectivamente, Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

O estudo ainda faz uma comparação com a eleição de 2022, perguntando ao eleitor se está mais ou menos informado sobre propostas, se acompanha mais ou menos as notícias, se está mais ou menos preocupado com o resultado e se está mais ou menos decidido a votar neste pleito.

Sobre a avaliação do atual governo, os entrevistados classificam a administração de Lula em cinco níveis – ótima, boa, regular, ruim ou péssima – e, em sequência, expressam aprovação ou desaprovação do presidente.

O interesse do eleitorado pela política é medido em quatro graus – grande, médio, pequeno ou nenhum – e, adicionalmente, é perguntado se o eleitor votaria caso o voto deixasse de ser obrigatório, com respostas "sim", "não" ou "talvez", dependendo da situação.

Para posicionamento ideológico, a pesquisa utiliza duas escalas: uma de 1 a 5, onde 1 representa o extremo bolsonarista e 5 o extremo petista; e outra de 1 a 7, que vai do extremo esquerda (1) ao extremo direita (7).

Quanto ao acompanhamento da campanha nas redes sociais, os respondentes que possuem contas no Facebook, Instagram, TikTok ou Kwai são questionados se viram conteúdos sobre as eleições de 2026 nas últimas semanas e onde esses conteúdos foram visualizados – perfis de candidatos, jornalistas, veículos jornalísticos, amigos ou familiares, influenciadores, ou ainda grupos de WhatsApp e Telegram.

O conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana, conforme informado pela fonte.

Com informacoes de VEJA.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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