Antonio Fagundes relembra situação inusitada no velório da mãe e a ida à churrascaria
Antonio Fagundes revelou que, em 2007, foi surpreendido ao ser informado de que a sala onde se realizava o velório de sua mãe, Lydia Fagundes, seria fechada às 21h por questões de segurança, já que a região estava sofrendo assaltos em locais de velório.
Durante a participação no programa Papo de Segunda, exibido na GNT na segunda‑feira (17), o ator explicou que, diante da impossibilidade de permanecer no local, decidiu encerrar o velório às 19h e conduzir os presentes – cerca de 20 parentes – para uma churrascaria próxima.
Na churrascaria, a família ocupou uma mesa grande, serviu caipirinhas e, um a um, começou a contar histórias divertidas sobre a mãe, gerando risos espontâneos que, segundo Fagundes, ajudaram a aliviar a tensão do momento.
Ele recordou que, ao final da noite, a atmosfera no velório havia mudado: "Estava enterrando minha mãe naquele velório, que é uma necessidade, um rito para você assimilar o luto, mas, ao mesmo tempo, era uma coisa louca: tinha que fechar o local às 21h porque estava tendo assalto em velório", disse o ator.
No dia seguinte, o sepultamento ocorreu com uma mistura de emoções – metade dos presentes riu e a outra metade chorou, conforme relatou Fagundes: "50% rimos e os outros 50% vieram na cola. Não é fácil fazer isso, mas entendi que se conseguirmos, é um bom caminho".
O ator também comentou que uma sobrinha não o perdoou pela decisão de encerrar o velório e levar a família à churrascaria, mas manteve que a solução improvisada foi a única viável naquele contexto.
Em nota adicional ao programa, foi divulgado o convite para baixar o Globopop, o aplicativo de vídeos verticais da Globo, como forma de acesso a conteúdos relacionados.
Com informacoes de Gshow.

