Abaixo-assinado a favor de André Mendonça ultrapassa meio milhão de assinaturas

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 16/09/2026 17:00
Abaixo-assinado a favor de André Mendonça ultrapassa meio milhão de assinaturas

Foto: via VEJA

Um abaixo-assinado em defesa do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ultrapassou a marca de meio milhão de assinaturas na quarta‑feira, 16, segundo dados divulgados nesta quarta‑feira.

A mobilização surgiu após a divulgação de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais há referência ao ministro Alexandre de Moraes, alimentando a crise interna no Supremo.

O caso, conhecido como “Master”, estava sob a relatoria do ministro André Mendonça até que o presidente do STF, Edson Fachin, assumiu a condução da investigação.

O texto do abaixo‑assinante declara: “Nós, cidadãos brasileiros signatários deste documento, manifestamos nosso apoio ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Manifestamos, igualmente, nosso compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a independência do Poder Judiciário e com o respeito às instituições previstas na Constituição Federal. Ao assinar, cada signatário declara que sua manifestação é pessoal, voluntária e pacífica.”

Até a publicação desta matéria, a plataforma que reúne as assinaturas registrava 510.990 apoiadores e tem como meta alcançar um milhão de assinaturas.

A maioria dos signatários provém do estado de São Paulo, que concentra 153.082 assinaturas.

O endereço eletrônico do abaixo‑assinado não identifica os organizadores, mas exibe a divulgação de um livro intitulado “Vozes que despertaram o Brasil”, cuja capa traz as imagens de Jair Bolsonaro, Enéas Carneiro e Olavo de Carvalho.

Na terça‑feira, 15, o STF vivenciou um dos momentos mais críticos de sua história ao deliberar sobre a possibilidade de investigar o ministro Alexandre de Moraes. Após intenso troca de acusações, o julgamento foi interrompido com placar de 4 a 3, em razão de um pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino.

O pedido de vista tem prazo máximo de 90 dias, contados a partir da publicação da ata da sessão de julgamento, o que significa que o caso será reavaliado após as eleições. Caso o ministro Dino utilize todo o prazo previsto no regimento, o recesso forense de final de ano pode postergar a retomada do processo para 2027.

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Com informacoes de VEJA.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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