Vacinação contra o sarampo é ampliada em municípios de São Paulo

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 14/08/2026 20:00
Vacinação contra o sarampo é ampliada em municípios de São Paulo

Foto: via G1

O Ministério da Saúde recomendou que os municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo, no estado de São Paulo, ampliem a oferta da vacinação contra o sarampo para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos de idade, de forma indiscriminada. A estratégia foi definida após a identificação de casos da doença, que indicam uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus nessas localidades.

A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para pessoas de 12 meses a 59 anos. Em situações de circulação do vírus, porém, o Ministério da Saúde recomenda também a aplicação da chamada dose zero em bebês de 6 a 11 meses.

Quem pode tomar a vacina contra o sarampo? A recomendação do Ministério da Saúde para os municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo é ampliar a vacinação para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, de forma indiscriminada. Na rotina, a vacina integra o Calendário Nacional de Vacinação para pessoas de 12 meses a 59 anos.

Em situações de circulação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda uma dose adicional para crianças de 6 a 11 meses de idade, chamada de dose zero. A estratégia busca ampliar a proteção dos bebês, que são mais vulneráveis à infecção pelo sarampo e ao desenvolvimento de formas graves da doença. A dose zero não substitui as doses previstas no calendário de vacinação de rotina.

Para pessoas com 60 anos ou mais, a vacinação de rotina contra o sarampo não é indicada porque, em geral, esse grupo viveu em um período de intensa circulação da doença, antes da ampla vacinação no país. Segundo o Ministério da Saúde, essas pessoas têm elevada probabilidade de já terem adquirido imunidade pela infecção natural.

A vacina tríplice viral utiliza vírus vivos atenuados. Isso significa que os vírus presentes na vacina foram enfraquecidos para estimular uma resposta do sistema imunológico sem provocar a doença em pessoas que podem receber a vacina. Em pessoas com imunossupressão grave, porém, o sistema imunológico pode não ter capacidade suficiente para controlar adequadamente nem mesmo um vírus vacinal atenuado.

Com informacoes de G1.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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