São Paulo vê Sul-Americana como prioridade mesmo com risco de Z‑4 no Brasileirão
Após o empate por 1 a 1 com o Coritiba, no sábado, o São Paulo chegou a nove jogos consecutivos sem vencer no Brasileirão e permanece apenas quatro pontos acima da zona de rebaixamento.
A pressão aumentou com as vaias registradas no Morumbi, mas a diretoria ainda não trata a situação como uma luta direta contra o Z‑4; a avaliação interna é de que a equipe precisa reagir no campeonato nacional, sem abrir mão da Sul‑Americana.
O torneio continental é visto como o caminho mais concreto para o chamado "objetivo 2 por 1" da temporada: conquistar um título e, simultaneamente, assegurar uma vaga na Libertadores de 2027.
A importância da Sul‑Americana ganhou ainda mais peso após a eliminação precoce do São Paulo na Copa do Brasil, reduzindo as opções de classificação e deixando apenas cinco vagas diretas para a Libertadores, o que torna a vaga via torneio continental cada vez mais palpável.
No cenário nacional, a crise está evidente: o clube não registra vitória há mais de três meses, ocupa a 13ª posição e tem cinco pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento.
Na partida contra o Coritiba, o técnico Dorival Júnior saiu vaiado de campo ao final do jogo. Ao lado dele, o goleiro Rafael também deixou o gramado; ele falhou no gol de empate do Coritiba e foi alvo de vaias no Morumbi.
Apesar das críticas, a comissão técnica manteve a "confiança total" no goleiro Rafael, que continuará como titular nas próximas partidas.
Com o empate, o São Paulo decide a vaga nas quartas de final da Sul‑Americana; caso o placar permaneça, a decisão será feita nos pênaltis.
Com informacoes de UOL.

