Rodrigo Santoro é abordado por influenciador que não o reconhece e revela desafios da carreira internacional

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 14/09/2026 18:00
Rodrigo Santoro é abordado por influenciador que não o reconhece e revela desafios da carreira internacional

Foto: via Globo

Durante um encontro casual, o influenciador digital conhecido como Khan abordou o ator Rodrigo Santoro, admitindo que não o reconhecia e elogiando seu visual: “Com licença, senhor, adorei seu outfit! Meu nome é Khan, o que você faz para viver?”.

Após encerrar a ligação, Santoro respondeu de forma bem‑humorada, afirmando que costuma “fingir ser pessoas que não sou”. Em seguida, o influenciador pediu mais detalhes e o ator confirmou sua profissão, dizendo: “Sou ator”.

Quando questionado sobre os trabalhos que já realizou, Rodrigo listou alguns títulos: “300, Westworld, Simplesmente Amor e vários filmes brasileiros, como Abril Despedaçado e Carandiru. Eu sou do Brasil”.

Khan solicitou duas perguntas adicionais, uma delas sobre o que o ator mais aprecia em sua profissão. Santoro explicou que a parte favorita do seu trabalho é a constante novidade: “Nunca é entediante, está sempre mudando, sempre me desafiando, viajando pelo mundo, tendo a oportunidade de conhecer todo tipo de gente e culturas. Isso expande minha visão e me ajuda a entender melhor o mundo”.

Sobre os obstáculos que enfrentou, o artista destacou a mudança do Brasil para Hollywood “às escuras”, sem redes sociais, sem internet e sem nenhum apoio na época, ressaltando que ser latino naquele ambiente trouxe estereótipos e uma jornada longa, embora a situação tenha melhorado gradualmente.

A carreira internacional de Rodrigo Santoro teve início em meados de 2003, embora ele nunca tenha se mudado permanentemente para os Estados Unidos, permanecendo no exterior apenas durante os períodos de gravação. Um dos primeiros papéis fora do Brasil foi uma participação de poucos minutos em “As Panteras Detonando” (2003).

Ao ser solicitado a dar um conselho ao público, Santoro brincou: “Se conselho fosse bom a gente vendia, não dava”. Em tom mais sério, ele alertou quem pensa em seguir a profissão: “Não entre nessa carreira se você não a ama. É muito difícil. A fama virou objetivo para todo mundo no planeta, mas ser artista é muito mais profundo do que apenas ser famoso”.

Com informacoes de Globo.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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