Promotor do MP Luiz Alberto Segalla Bevilacqua é encontrado morto em Limeira
Na manhã da segunda‑feira (31), o promotor de justiça Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, de 56 anos, foi localizado morto em sua casa, situada em um condomínio da cidade de Limeira, interior de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Civil, o representante do Ministério Público foi encontrado dentro do imóvel com um ferimento de bala na cabeça.
Uma equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para atender a ocorrência de ferimento por arma de fogo; ao chegar ao local, os socorristas constataram o óbito e encaminharam o corpo ao Instituto Médico Legal (IML).
Em comunicado ao portal G1, o Samu informou que a ocorrência permaneceu sob responsabilidade da Polícia Civil, que deu sequência à investigação.
O delegado seccional de Limeira, Américo Sidnei Rissato, declarou que a Polícia Civil conduzirá as investigações e ressaltou o empenho da corporação em esclarecer os fatos, acrescentando que solicitou, de forma informal, ao Ministério Público acompanhamento do trabalho policial.
Bevilacqua exercia a função de 2º Promotor de Justiça em Limeira e integrava o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público. Durante sua carreira, liderou investigações relevantes, incluindo casos de improbidade administrativa e questões políticas no município, além de atuar em ações de repressão à perturbação do sossego e combate a chácaras irregulares. Também era docente no ensino superior.
O prefeito de Limeira, Murilo Félix, decretou luto oficial de três dias na cidade e manifestou pesar pela morte do promotor. Em nota, a Prefeitura ressaltou a contribuição de Bevilacqua nas áreas citadas e enviou condolências a colegas do Ministério Público, amigos, alunos, ex‑alunos e familiares, desejando força e serenidade.
O Ministério Público, por sua vez, destacou o elevado prestígio de Bevilacqua na classe, mencionando seu brilhantismo, competência e combatividade no enfrentamento de ilícitos de qualquer natureza. A instituição reconheceu o legado deixado pelo promotor e expressou solidariedade aos familiares, referindo‑se a ele como um colega de trabalho e amigo inesquecível.
Com informacoes de G1.

