Pesquisa Quaest indica Rayssa Furlan com 27% nas intenções para o Senado do Amapá
Divulgada nesta terça-feira (25), a pesquisa de opinião da Quaest para o Senado do Amapá coloca Rayssa Furlan à frente das intenções de voto, com 27% das respostas. Randolfe Rodrigues aparece em segundo lugar, com 19%, e Lucas Barreto fecha a lista dos três mais citados, com 18%.
Para 64% dos eleitores entrevistados a escolha do candidato ao Senado já está definida, enquanto os restantes 36% ainda afirmam que podem mudar o voto até o dia da eleição, marcado para 4 de outubro de 2026.
Os candidatos com maior índice de rejeição são João Capiberibe, que registra 60% de “conhece e não votaria”, e Randolfe Rodrigues, com 51% nesse mesmo critério.
O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica e segue o calendário eleitoral de 2026, quando cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, renovando 54 das 81 cadeiras do Senado. Cada eleitor deve escolher dois nomes diferentes; não é permitido votar duas vezes no mesmo candidato.
Na pesquisa espontânea – em que os nomes não são apresentados aos entrevistados – 57% dos respondentes declararam indecisão por não conseguirem citar nenhum candidato. Já na pesquisa estimulada, onde a lista completa de candidatos foi mostrada, cada entrevistado respondeu duas vezes, indicando sua preferência para a primeira e a segunda vagas.
Outros indicadores da Quaest no Amapá apontam Dr. Rayssa Furlan com 55% de apoio em um cenário específico, enquanto Clécio registra 35%. No âmbito estadual, Lula aparece com 36% e Flávio Bolsonaro com 33% nas intenções de voto. A aprovação do governo no estado alcança 53%, com 37% de desaprovação, segundo a mesma pesquisa.
Quando analisadas separadamente as respostas para a primeira e a segunda vagas, os resultados mantêm a proporção entre candidatos, brancos, nulos e indecisos, totalizando 100% das intenções. Nesse detalhamento, Alliny Serrão (União Brasil) obtém 11% das menções.
A Quaest também investigou o nível de conhecimento dos eleitores sobre cada candidato, perguntando se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os maiores índices de “conhece e não votaria” foram, novamente, João Capiberibe (60%) e Randolfe Rodrigues (51%).
A amostra compreendeu 804 pessoas com idade a partir de 16 anos, entrevistadas entre 21 e 24 de agosto de 2026. A margem de erro máxima da pesquisa é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AP-09438/2026.
Com informacoes de G1.

