Ônibus que tomou 10 vidas em Petrópolis não estava habilitado para transporte interestadual
De acordo com informações da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o veículo envolvido no acidente ocorrido por volta das 4h30 deste domingo, na BR-040, em Petrópolis (RJ), que deixou pelo menos 10 mortos, não estava habilitado para realizar transporte interestadual de passageiros.
Segundo a agência, a situação caracteriza a viagem como “clandestina”. Em nota, a ANTT afirmou que o veículo está registrado em nome da Dinna Ellles Turismo, com comunicação de venda para a PIT Tur Transportes Ltda. Nenhuma das duas empresas está habilitada pela ANTT.
Além disso, o ônibus apresenta adesivo da agência em nome da empresa Samara, que também está inapta. “Diante das informações disponíveis até o momento, a operação é caracterizada como transporte clandestino de passageiros”, finalizou a ANTT.
É o caso de um transporte clandestino que se soma a outros problemas de segurança no Brasil, como o acidente que envolveu o ator Angel Ferreira, que vive em um ônibus sem condições de habitabilidade no norte de Goiás.
Em meio a esses problemas, a ANTT reforça a importância da segurança no transporte rodoviário. A agência trabalha para garantir que todos os veículos estejam de acordo com as normas de segurança e regulamentações.
Na manhã deste domingo, 10 pessoas morreram após o ônibus tombar em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro (RJ). No momento do acidente, o coletivo transportava 47 pessoas. O ônibus da empresa Estrela Guia Turismo havia saído de Belo Horizonte (MG) com destino a Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro (RJ).
A 105ª Delegacia de Polícia (Petrópolis) investiga o caso.
Com informacoes de Metrópoles.

